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	<title>Piagui - Culturalista</title>
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	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
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		<title>Vacinação contra influenza A (H1N1) em Parnaíba</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Marivaldo Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação contra influenza A (H1N1) em Parnaíba]]></category>

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		<description><![CDATA[

               Foi iniciada nessa semana a Campanha Nacional contra Influenza A (H1N1), em nossa cidade já começou, mas por enquanto apenas foram repassados os informes técnicos disponibilizados pela Secretária Estadual de Saúde. Esses dados foram apresentados aos profissionais de todo o estado no último final de semana.
              Nessa terça-feira (09/03), aconteceu uma reunião no auditório da Prefeitura Municipal de Parnaíba, onde todos os dados foram repassados para os gestores das Unidades de Saúde. A equipe de Imunização de Parnaíba, que tem como coordenador o Dr. Francisco Charles Alves de Lima, ...]]></description>
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<div id="attachment_3553" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-3553" title="Dr. Charles Lima e Dr.ª Luciana, repassando as estratégias da vacinação" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Dr.-Charles-Lima-e-Dr.ª-Luciana-repassando-as-estratégias-da-vacinação-225x300.jpg" alt="Dr. Charles Lima e Dr.ª Luciana, repassando as estratégias da vacinação" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Dr. Charles Lima e Dr.ª Luciana, repassando as estratégias da vacinação</p></div>
<p style="text-align: justify;">               Foi iniciada nessa semana a Campanha Nacional contra Influenza A (H1N1), em nossa cidade já começou, mas por enquanto apenas foram repassados os informes técnicos disponibilizados pela Secretária Estadual de Saúde. Esses dados foram apresentados aos profissionais de todo o estado no último final de semana.<br />
              Nessa terça-feira (09/03), aconteceu uma reunião no auditório da Prefeitura Municipal de Parnaíba, onde todos os dados foram repassados para os gestores das Unidades de Saúde. A equipe de Imunização de Parnaíba, que tem como coordenador o Dr. Francisco Charles Alves de Lima, apresentou todo o processo que irá ser aplicado em nossa cidade, pois toda a campanha será feita em etapas, sendo que a primeira etapa irá contemplar os profissionais da área da saúde, depois toda a população dentro da faixa etária exigida pelo Ministério da Saúde receberá sua dose necessária.<br />
              A necessidade dessa campanha se deu por causa de vários casos e mortes pelo mundo. Na realidade o que era para ser um surto acabou se transformando em uma Pandemia, pois por onde andou inclusive aqui no Brasil, onde já tivemos alguns óbitos em sua virtude, daí a preocupação do Ministério da Saúde em imunizar os principais grupos de risco.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Veja quem deve ser vacinar e o período certo para comparecer ao posto de vacinação</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="576" valign="top">
<p align="center"><strong>Calendário da vacinação contra INFLUENZA A (H1N1)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="215" valign="top">
<p align="center">08 Março 2010</p>
</td>
<td width="361" valign="top">
<ul>
<li>Trabalhadores da rede de atenção a saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="215" valign="top">
<p align="center"> </p>
<p align="center">22  Março a 02 Abril 2010</p>
</td>
<td width="361" valign="top">
<ul>
<li>Gestantes em qualquer período da gestação.</li>
<li>Crianças de 06 meses a 02 anos.</li>
<li>Crianças com doenças crônicas.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="215" valign="top">
<p align="center">05 a 23 de Abril de 2010</p>
</td>
<td width="361" valign="top">
<ul>
<li>População de 20 a 29 anos.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="215" valign="top">
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center">24 de Abril a 07 de Maio</p>
</td>
<td width="361" valign="top">
<ul>
<li>Idosos com doenças crônicas.</li>
</ul>
<p>OBS:</p>
<ul>
<li>Acontecerá no mesmo período da Campanha  Nacional de Vacinação do Idoso. Os idosos serão vacinados contra a influenza sazonal e a pandêmica.</li>
<li>Aplicar uma em cada deltóide, evitando a ocorrência de possíveis eventos adversos locais.</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="215" valign="top">
<p align="center">10 a 21 de Maio</p>
</td>
<td width="361" valign="top">
<ul>
<li>População de 30 a 39 anos.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>Marivaldo Lima</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Alexandre e a globalização</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>j.syhmondd</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre magno]]></category>
		<category><![CDATA[Arquimedes]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas militares]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>

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		<description><![CDATA[

             A globalização é a internacionalização da cultura, da economia etc. Em outras palavras, é a integração entre os mais diversos povos. Diz-se oficialmente que a globalização tem seu início com as &#8220;grandes navegações&#8221;, no entanto, se atentarmos bem, perceberemos um esforço integracionista na política expansionista de Alexandre da Macedônia, ao promover e estimular casamentos inter-raciais, à incorporação de persas no exército macedônico e as trocas culturais entre conquistadores (macedônios) e conquistados (demais povos).
              A cultura helenística, dádiva das conquistas de Alexandre, muito contribuiu para a formação do &#8220;mundo ocidental&#8221;, além ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3547" title="1" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/1.jpg" alt="1" width="101" height="110" /> <span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'">            A globalização é a internacionalização da cultura, da economia etc. Em outras palavras, é a integração entre os mais diversos povos. Diz-se oficialmente que a globalização tem seu início com as &#8220;grandes navegações&#8221;, no entanto, se atentarmos bem, perceberemos um esforço integracionista na política expansionista de Alexandre da Macedônia, ao promover e estimular casamentos inter-raciais, à incorporação de persas no exército macedônico e as trocas culturais entre conquistadores (macedônios) e conquistados (demais povos).<br />
              A cultura helenística, dádiva das conquistas de Alexandre, muito contribuiu para a formação do &#8220;mundo ocidental&#8221;, além do que impulsionou o desenvolvimento da ciência, revelando grandes nomes como: Erastóstenes, que calculou a circunferência da terra com erro mínimo; Euclides, que criou as bases da geometria. Na astronomia destacaram-se: Aristarco, defensor da teoria de que os planetas giram em torno do sol; Ptolomeu defensor da teoria geocêntrica, muito influente na idade média e Hiparco inventor do astrolábio. Na física destaca-se Arquimedes, o qual enunciou as primeiras leis da mecânica. Além de outros nos mais variados campos do saber.<br />
              Em dez anos de campanhas militares fundou cidades as quais tornaram-se importantes centros de helenização da Ásia, entre elas Alexandria no Egito; Antióquia, na Síria; e Pérgamo na Ásia menor. Dessa forma tentava realizar seu sonho de universalização dos povos, por isso, merece ser cultuado como o precursor da globalização.</span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'">Junyel d&#8217;Silva</span></strong></p>
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		<title>Piratas do Ritmo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[MATÉRIAS]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Piratas do Ritmo]]></category>

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		<description><![CDATA[

“Piratas do Ritmo”, quem não lembra? Talvez os mais novos não saibam, mas esse foi o nome que embalou, com muito samba, bossa e bumba os carnavais das décadas de 40, 50, 60 e 70, no Cassino 24 de Janeiro, em Parnaíba. Foi fundado por Anastácio Magalhães no ano de 1940 e tinha como cantores os irmãos Chico e Raimundo Eliziário, aquele ainda vivo e com ótimas recordações sobre os longínquos e inesquecíveis anos. Por volta da década de 60 o grupo contou com a participação, no vocal, da Sra. ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3537" title="Piratas do Ritmo" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Piratas-do-Ritmo-300x253.jpg" alt="Piratas do Ritmo" width="300" height="253" />“Piratas do Ritmo”, quem não lembra? Talvez os mais novos não saibam, mas esse foi o nome que embalou, com muito samba, bossa e bumba os carnavais das décadas de 40, 50, 60 e 70, no Cassino 24 de Janeiro, em Parnaíba. Foi fundado por Anastácio Magalhães no ano de 1940 e tinha como cantores os irmãos Chico e Raimundo Eliziário, aquele ainda vivo e com ótimas recordações sobre os longínquos e inesquecíveis anos. Por volta da década de 60 o grupo contou com a participação, no vocal, da Sra. Olga Maria Bezerra (hoje residindo em Teresina), irmã do saudoso seresteiro  Osmar Alves Bezerra. Na foto, em destaque, podemos ver em pé, da esquerda para a direita, Chico do Zimba, Zé Pindá, Zé Quarenta e Raimundo Eliziário; descendo, no meio, na mesma ordem, Chico Eliziário, Anástácio Magalhães e Inácio; e, sentados, Mosquito, Helvécio e Pepê. “Piratas do Ritmo” era um dos orgulhos da Parnaíba de seu tempo; foi umas das bandas de música mais requisitadas e, com certeza, marcou época, não ficando apagada na memória de muitos parnaibanos que, agora, através destas páginas, recordam, com saudosismo, do tempo que não volta mais.</p>
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		<title>Museu do Trem do Piauí</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Trem do Piauí]]></category>

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            O Museu do Trem do Piauí foi inaugurado no dia 15 de agosto de 2002, em parceria com a Rede Ferroviária Federal S/A, na gestão do então prefeito municipal de Parnaíba, Paulo Eudes Carneiro. Segundo Benjamim Santos, idealizador do projeto ( avaliado em R$ 65.616,00): “[...] o Museu do Trem do Piauí é um mergulho de profundidade numa época em que o trem exerceu papel de relevo no desenvolvimento de nossas cidades”. Recentemente foi reformado pela atual administração (prefeito José Hamilton Furtado Castelo Branco). Assim como a “Maria Fumaça”, ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3531" title="DSC00508" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC00508-300x225.jpg" alt="DSC00508" width="300" height="225" />            O Museu do Trem do Piauí foi inaugurado no dia 15 de agosto de 2002, em parceria com a Rede Ferroviária Federal S/A, na gestão do então prefeito municipal de Parnaíba, Paulo Eudes Carneiro. Segundo Benjamim Santos, idealizador do projeto ( avaliado em R$ 65.616,00): “[...] o Museu do Trem do Piauí é um mergulho de profundidade numa época em que o trem exerceu papel de relevo no desenvolvimento de nossas cidades”. Recentemente foi reformado pela atual administração (prefeito José Hamilton Furtado Castelo Branco). Assim como a “Maria Fumaça”, está localizado na Esplanada da Estação e oferece aos visitantes um contato próximo com equipamentos e peças antigas da linha de ferro do Piauí, além de móveis da extinta RFFSA, documentos e acervo fotográfico. Conhecê-lo, portanto, é assistir de perto um importante trecho da história piauiense.</p>
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		<title>Zé Bispo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[PoeMitos]]></category>
		<category><![CDATA[SÉRIES]]></category>
		<category><![CDATA[Elmar Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gervásio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Bispo]]></category>

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Charge: Gervásio Castro / Texto: Elmar Carvalho


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<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_2791" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: center; width: 302px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-large wp-image-2791" title="ZÉ+BISPO" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ZÉ+BISPO-292x1024.jpg" alt="Charge: Gervásio Castro / Texto: Elmar Carvalho" width="292" height="1024" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Charge: Gervásio Castro / Texto: Elmar Carvalho</dd>
</dl>
</div>
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		<title>Meus tempos de editor</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 02:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elmar carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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Solenidade de lançamento de livros e revista, vendo-se o prefeito Wall Ferraz, a presidente da FCMC, dona Eugênia Ferraz, Fábio Costa, Elmar Carvalho e o poeta Hardi Filho
Postado por Poeta Elmar Carvalho às 04:34 0 comentários  
quinta-feira
Os Literatos e a República: Clodoaldo Freitas, Higino Cunha e as Tiranias do Tempo, de Teresinha Queiroz
Esta madrugada, sonhei com a minha gestão à frente da presidência do Conselho Editorial da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, quando fui o coordenador de Editoração dessa entidade. Aproveitei para dar uma olhada em algumas das obras de que ...]]></description>
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<div>
<h3><a href="http://1.bp.blogspot.com/_CJmfVPAcJVM/S4fBQo6t28I/AAAAAAAAAM8/O-q5cCPsAP4/s1600-h/fcmc.jpg"><img style="text-align: center;margin: 0px auto 10px;cursor: hand" src="http://1.bp.blogspot.com/_CJmfVPAcJVM/S4fBQo6t28I/AAAAAAAAAM8/O-q5cCPsAP4/s400/fcmc.jpg" border="0" alt="" width="564" height="347" /></a><em>Solenidade de lançamento de livros e revista, vendo-se o prefeito Wall Ferraz, a presidente da FCMC, dona Eugênia Ferraz, Fábio Costa, Elmar Carvalho e o poeta Hardi Filho</em></h3>
<div><span>Postado por <span>Poeta Elmar Carvalho</span> </span>às <abbr title="2010-02-26T04:34:00-08:00">04:34</abbr> 0 comentários <span> </span><span><a title="Editar postagem" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7699958275669972662&amp;postID=310220611754647776"></a></span></div>
<p>quinta-feira</p></div>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_CJmfVPAcJVM/S4fAvXcL3OI/AAAAAAAAAM0/nYw9s-Uhqfk/s1600-h/capa.t.q..jpg"><img style="text-align: center;margin: 0px auto 10px;cursor: hand" src="http://2.bp.blogspot.com/_CJmfVPAcJVM/S4fAvXcL3OI/AAAAAAAAAM0/nYw9s-Uhqfk/s400/capa.t.q..jpg" border="0" alt="" width="552" height="522" /></a><em>Os Literatos e a República: Clodoaldo Freitas, Higino Cunha e as Tiranias do Tempo, de Teresinha Queiroz</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esta madrugada, sonhei com a minha gestão à frente da presidência do Conselho Editorial da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, quando fui o coordenador de Editoração dessa entidade. Aproveitei para dar uma olhada em algumas das obras de que fui editor. Fui indicado pelo poeta e escritor Francisco Miguel de Moura à dona Eugênia Ferraz, que era a presidente da FCMC, acredito que por causa de minha atuação como presidente da União Brasileira de Escritores do Piau´- UBE-PI. Para escrever esta nota, não fui atrás de datas na Fundação, de modo que não serei preciso quanto a isso. Assumi as funções editoriais no ano de 1994, quando o prefeito era o professor Wall Ferraz, e as deixei no final de 1997, quando tomei posse de minhas funções magistraturais perante o Tribunal de Justiça do Piauí. Com a morte de Wall Ferraz, assumiu o cargo de prefeito Francisco Gerardo, que foi sucedido por Firmino Filho. No primeiro mandato deste, presidiu a FCMC a professora Cecília Mendes, a cuja administração servi durante quase um ano. Tive a sorte de exercer minhas funções durante um período em que a editoração foi prioridade no órgão municipal de cultura. Para administrar com impessoalidade, logo que assumi a presidência do Conselho elaborei os regulamentos de editoração e do Conselho Editorial, que foram aprovados por este e pela presidente da Fundação, que assinou as portarias respectivas, e também passei a fazer a distribuição de obras para análise dos conselheiros através de rodízio, fazendo constar em ata tanto a distribuição como a aprovação ou rejeição. Foi, na época a que me refiro, sem a menor sombra de dúvida, o mais importante e arrojado plano editorial do Estado do Piauí, bastando que se diga que a cada quatro meses, regularmente, eram publicados a revista Cadernos de Teresina e mais quatro a seis livros. Por isso, posso afirmar que durante o meu período foram publicados aproximadamente 60 (sessenta) obras. Foram gestoras da FCMC, como já disse, as senhoras Eugênia Ferraz e Cecília Mendes, das quais tive total apoio, sem nenhuma interferência autoritária no Conselho, uma vez que ambas acatavam as decisões do colegiado. Devo acrescentar que a FCMC tinha uma equipe “enxuta”, mas dedicada, motivada, e que realmente vestia a camisa da cultura. Tive um bom relacionamento com todos, e de todos guardo boas lembranças. Fora as cerca de quinze revistas Cadernos de Teresina, editadas no período a que me refiro, foram publicados, aproximadamente, 45 livros, todos aprovados pelo Conselho, e muitos deles da mais alta significação para a cultura e a literatura do Piauí. De cabeça, sem consulta a anotações ou registros burocráticos, cito alguns, como uma pálida demonstração do que afirmo: Dicionário Histórico e Geográfico do Estado do Piauí, de Cláudio Bastos, Os Literatos e a República: Clodoaldo Freitas, Higino Cunha e as Tiranias do Tempo, de Teresinha Queiroz, Literatura Piauiense – escorço histórico, de João Pinheiro, com posfácio de atualização de Francisco Miguel de Moura, A Harpa do Caçador, de Teodoro Castelo Branco, Crônicas de Sempre, org. de Adrião Neto, A Poesia Piauiense no Século XX, em parceria com a Imago, org. de Assis Brasil, várias obras de Mons. Chaves, Escravos do Sertão, de Miridan Brito Knox Falci, O Ofício da Palavra, de Elizabeth Oliveira, Mulheres Plurais, de Pedro Vilarinho Castelo Branco, Balaios e Bem-te-vis – a guerrilha sertaneja, de Claudete Maria Miranda Dias, Anos 70: Por que essa Lâmina nas Palavras?, de José Pereira Bezerra etc. Na revista, foram publicadas memoráveis entrevistas, como as em que foram entrevistados Mons. Chaves, Alcenor Candeira Filho, Cineas Santos, Assis Brasil, Celso Barros Coelho, Raimundo Nonato Monteiro de Santana e Pe. Raimundo José Airemoraes, cujos entrevistadores éramos eu e o jornalista Domingos Bezerra Filho, além de textos de contistas, cronistas, poetas e historiadores. Além disso, foram editadas obras vencedoras de concursos literários, inclusive volume de textos de literatura de cordel. Com o impacto da morte de Wall Ferraz, que comoveu a população teresinense, idealizei o livro Wall Ferraz – o homem e o estadista (coletânea de crônicas e artigos), que também foi editado. Após esse infausto acontecimento, o Dicionário Histórico e Geográfico do Piauí, que havia sido acolhido com entusiasmo pelo falecido prefeito, recebeu o Prêmio Clio, concedido pela Academia Paulistana de História, que fui receber na Paulicéia, por designação de dona Eugênia Ferraz. Na minha gestão, foram conselheiros Francisco Hardi Filho, João Bosco da Silva, José Airton Ferreira de Sousa, Marcelino Leal Barroso de Carvalho, Silvana Maria Santana de Oliveira, Rubervam Maciel do Nascimento e Francisco Miguel de Moura. Sugeri muitas capas ao artista plástico Radamés, enquanto outras foram concepções de Áureo Tupinambá Júnior e Gabriel Arcanjo, além de outros artistas. Nas solenidades de lançamento da revista e dos livros, usávamos da palavra o prefeito, um representante dos autores e eu, representando a FCMC, em que comentava e analisava as obras. Aproveitando o apoio da administração superior da FCMC, envidei todos os meus esforços para que o plano editorial fosse bem sucedido, e, sem cabotinismo, devo admitir que assim foi.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elmar Carvalho</strong></p>
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		<title>A televisão: os dois lados da moeda</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 02:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wiltonporto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[PROSAS]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo o que se passa na televisão pode ser considerado uma forma de transmitir cultura?]]></category>

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          Tudo o que se passa na televisão pode ser considerado uma forma de transmitir cultura? Sabemos que ela é capaz de passar diversos artigos como, notícias do país onde vivemos e o mundo, nos mantêm a par de informações diárias sobre uma infinidade de gêneros: música, esportes, cinema, entre outros, alimentando o intelecto de milhões de espectadores.
          Porém, a TV é uma faca de dois gumes, pois traz à tona certos programas  que mostram situações impróprias  para o horário nobre, além de ser, às vezes, fonte de má influência para ...]]></description>
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<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-3520" title="Foto de t.." src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Foto-de-t...jpg" alt="Foto de t.." width="110" height="111" />          Tudo o que se passa na televisão pode ser considerado uma forma de transmitir cultura? Sabemos que ela é capaz de passar diversos artigos como, notícias do país onde vivemos e o mundo, nos mantêm a par de informações diárias sobre uma infinidade de gêneros: música, esportes, cinema, entre outros, alimentando o intelecto de milhões de espectadores.<br />
          Porém, a TV é uma faca de dois gumes, pois traz à tona certos programas  que mostram situações impróprias  para o horário nobre, além de ser, às vezes, fonte de má influência para muitas crianças e jovens, facilitando o desvio de uma boa educação. Atualmente o que é exibido numa emissora pode ser algo educativo e de entretenimento, mas também pode emitir diversos programas improdutivos que só tem a favorecer à emissora pela audiência absurda.<br />
         Há muitos exemplos desses programas que são chamados “as fontes de entretenimento”, como um grupo de homens e mulheres morando numa casa repleta de regalias, escolhidos a dedo do meio da aristocracia,  ou seja, garotões sarados, mulheres encorpadas e pseudo-romances, assim como barracos, brigas, falsidade, intriguinhas básicas e no final das contas é visto como jogo da vida real, tudo o que um publico de “bom senso” adora. A mídia enfraquecida com a mesmice de muito tempo, precisa se renovar para sobreviver, sendo assim, obrigada a apelar para coisas fúteis: insinuações de sexo, casais se amarrotando ao vivo, enfim coisas que chamam a atenção de certo público.<br />
         Bem. Esta é a indústria do marketing, ou seja, aquela que só traz beneficio a si mesma, ao invés de transpor algo positivo culturalmente. Alguns podem dizer que a TV deve somente  exibir entretenimento. Não ser uma fonte cultural. Mas o próprio verbo entreter, de origem espanhola, que significa: enganar, falsear, iludir, só nos mostra algumas das intenções da mídia, através de suas exibições – uma forma de tentar compensar a vida da população que assiste de uma maneira falseada, irreal, imaginária. Em outras palavras, brincando com o bom senso dos espectadores, com armações das mais descaradas possíveis, a fim do intento de encher o banco da emissora, sem se preocupar com os valores culturais.<br />
          Diferente de filmes, seriados, novelas, que todos já sabemos: é pura ficção. Todavia através deles são transmitidas lições de moral, diversão e prazer, de maneira aproveitável ou não.<br />
         Concluindo, a televisão é uma criação extraordinária, quando nos entretém de modo infinitamente produtivo, pois entretenimento não serve só para divertir, e sim portar algo no sentido positivo e não ilusório. Mas quando alguém, em minha residência, liga o aparelho para outro fim, vou para o quarto ler um livro.</p>
<p style="text-align: center"><strong>Elton Araújo</strong></p>
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		<title>Se meus dedos fossem Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Se meus dedos fossem Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[


(Às mulheres)
Se meus dedos fossem Deus
Do poema o altar de luz
E no palor do teu destino
Todo o rubro do arrebol.
 
Do Amor que enfeita a paz
De um chão repleto de estrelas
O tecer do teu caminho
Para a dura lida da vida.
 
Dos meus braços um doce ninho
Na verde lei da igualdade
Da minha voz um piano
Nas turbulências dos dias
Da eternidade um firme laço
Da felicidade um hino.
Wilton Porto
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3527" title="GEDC0230" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GEDC0230-300x225.jpg" alt="GEDC0230" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: center;">(Às mulheres)</p>
<p>Se meus dedos fossem Deus<br />
Do poema o altar de luz<br />
E no palor do teu destino<br />
Todo o rubro do arrebol.<br />
 <br />
Do Amor que enfeita a paz<br />
De um chão repleto de estrelas<br />
O tecer do teu caminho<br />
Para a dura lida da vida.<br />
 <br />
Dos meus braços um doce ninho<br />
Na verde lei da igualdade<br />
Da minha voz um piano<br />
Nas turbulências dos dias<br />
Da eternidade um firme laço<br />
Da felicidade um hino.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Wilton Porto</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Piracuruca</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 04:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios Piauienses]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[SÉRIES]]></category>
		<category><![CDATA[Piracuruca]]></category>

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		<description><![CDATA[

             Piracuruca tem seu lugar de destaque na história da libertação do Brasil. Em 22 de janeiro de 1823, incitada por Leonardo de Carvalho Castello-Branco, a população da povoação dá o grito de liberdade, acompanhando a então Vila da Parnaíba. Sua sede está encrava em planície na ribeira do rio Piracuruca, cerca de trinta léguas abaixo de sua nascente, no lugar da antiga fazenda Sítio, da sesmaria de igual denominação, situada, provavelmente, nos primeiros anos do século XVIII.
            Até poucos anos, a História da sociedade piracuruquense era contada tendo como ...]]></description>
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<div id="attachment_3503" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3503" title="Igreja-Matriz de N. S.ª do Carmo (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Igreja-MAtriz-de-N.-S.ª-do-Carmo-Década-de-50-300x183.jpg" alt="Igreja-Matriz de N. S.ª do Carmo (Década de 50)" width="300" height="183" /><p class="wp-caption-text">Igreja-Matriz de N. S.ª do Carmo (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">             Piracuruca tem seu lugar de destaque na história da libertação do Brasil. Em 22 de janeiro de 1823, incitada por Leonardo de Carvalho Castello-Branco, a população da povoação dá o grito de liberdade, acompanhando a então Vila da Parnaíba. Sua sede está encrava em planície na ribeira do rio Piracuruca, cerca de trinta léguas abaixo de sua nascente, no lugar da antiga fazenda Sítio, da sesmaria de igual denominação, situada, provavelmente, nos primeiros anos do século XVIII.<br />
            Até poucos anos, a História da sociedade piracuruquense era contada tendo como principal referência o templo consagrado à Virgem do Monte do Carmo, construído, supostamente, por bandeirantes portugueses, na primeira metade do século XVIII. Em parte, no imaginário popular, ainda é forte a crença de que a suntuosa edificação é fruto de uma intenção oblativa dos irmãos Manoel e José Dantas Correia a Nossa Senhora do Carmo, em face de seu aprisionamento, naqueles sertões inóspitos, por nativos da região. Ainda segundo a lenda, recobrada a liberdade pela intercessão da Virgem, iniciaram a construção, entre 1718 e 1722, do sólido, rico e elegante templo. Consta, ainda, que os trabalhos foram interrompidos em 1743, possivelmente em razão da morte de Manoel Dantas Correia, ficando descoberto por cerca de trinta longos anos.</p>
<div id="attachment_3504" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3504" title="Posto de Puericultura da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Posto-de-Puericultura-da-Associação-de-Proteção-à-Maternidade-e-à-Infância-Década-de-50-300x180.jpg" alt="Posto de Puericultura da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Década de 50)" width="300" height="180" /><p class="wp-caption-text">Posto de Puericultura da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">            Nos dias de hoje, com o avanço de pesquisas documentais primárias e bibliográficas, já se concebe que o núcleo original da população piracuruquense tem origem em data anterior à incursão dos Dantas Correia. Há diversas notícias de desbravadores e povoadores pelo vale do Piracuruca, já no último quartel do século XVII. A provável transferência da imagem de Nossa Senhora de Monserrat, em 1713, da povoação de Parnaíba para a de Piracuruca, ratifica a ideia da existência, ali, de uma estrutura religiosa, mesmo que encerrada na singeleza e rusticidade de uma pequena capela.          </p>
<div id="attachment_3505" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3505" title="Praça Getúlio Vargas (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Praça-Getúlio-Vargas-Década-de-50-300x190.jpg" alt="Praça Getúlio Vargas (Década de 50)" width="300" height="190" /><p class="wp-caption-text">Praça Getúlio Vargas (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">            A importância da elevação do templo, que busca-se vincular à ação de ordens religiosas, contudo, é preponderante para o desenvolvimento da povoação. Em torno da obra monumental, erguida sob o signo da fé, foram congregando-se diversas famílias, vindas principalmente do norte do Ceará. Com o desenvolvimento de atividades agropecuárias e comerciais, principalmente em torno da criação de gado bovino, esses primeiros povoadores foram construindo as suas residências e demais estabelecimentos, constituindo o núcleo urbano. A povoação também teve facilitado o seu desenvolvimento por ser ponto de passagem de negociantes, tanto os do centro-sul da Capitania que se destinavam à Parnaíba, quanto os provenientes do Ceará com destino ao Maranhão, e vice-versa.</p>
<div id="attachment_3506" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3506" title="Estação da Estrada de Ferro Central do Piauí (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Estação-da-Estrada-de-Ferro-Central-do-Piauí-Década-de-50-300x178.jpg" alt="Estação da Estrada de Ferro Central do Piauí (Década de 50)" width="300" height="178" /><p class="wp-caption-text">Estação da Estrada de Ferro Central do Piauí (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">            Embora não se conheça a data da elevação da povoação de Piracuruca a freguesia, acredita-se que já o fosse, antes de 1743, visto que o Bispo do Maranhão, D. frei Manoel da Cruz, por provisão de 27 de novembro de 1742, criou a paróquia de Marvão (hoje Castelo e naquele tempo Rancho dos Patos), removendo o padre José Lopes Pereira da freguesia de Piracuruca. Em 1761 a localidade já possuía 1.402 pessoas adultas.<br />
            Em 18 de agosto de 1762, o primeiro governador da Capitania, João Pereira Caldas, instalou a Vila de São João da Parnaíba na matriz de Piracuruca, tendo assistido ao ato o Conselheiro Ultramarino Francisco Marcelino de Gouveia e o Desembargador Ouvidor-Geral Luís José Duarte Freire.</p>
<div id="attachment_3507" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3507" title="Ponte sobre o rio Piracuruca (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Ponte-sobre-o-rio-Piracuruca-Década-de-50-300x186.jpg" alt="Ponte sobre o rio Piracuruca (Década de 50)" width="300" height="186" /><p class="wp-caption-text">Ponte sobre o rio Piracuruca (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">            Nesse mesmo ano, achando-se em guerra Portugal, o governador da Capitania atendendo a determinações do Ministério da Marinha, organizou um corpo de tropas com o fim de guarnecer as barras do rio Parnaíba e o canal do Igaraçu, cabendo a Piracuruca contribuir também com os seus filhos para a defesa da terra piauiense de prováveis ataques por parte do inimigo.<br />
            Em 22 de janeiro de 1823, Leonardo de Carvalho Castello-Branco, liderando um contingente vindo do Ceará, proferiu discurso conclamando a população de Piracuruca a aderir à causa independente. A povoação, ainda sem autonomia política, acompanhou o movimento libertador, iniciado por Parnaíba, em 19 de outubro de 1822. Dois dias depois, a capital, Oeiras, também rompe com as cortes portuguesas, seguida por Campo Maior, em 2 de fevereiro do mesmo ano.<br />
            Dada a situação, impunha-se, pois, o regresso do governador das armas da Província, sargento-mor João José da Cunha Fidié, que então se encontrava em Parnaíba. Narra assim o visconde Vieira da Silva a passagem do sargento-mor lusitano por Piracuruca: “Chegando ao Iús de Baixo, e, desejando tomar a retaguarda dos independentes que haviam evacuado Piracuruca, mandou 80 homens de cavalaria marcharem com dois oficiais para reconhecerem o terreno. No dia 10 de março encontrou-se este piquete com uns quarenta ou cinquenta independentes, também montados, com os quais tiveram uma escaramuça junto ao lago Jacaré, sofrendo estes últimos alguma perda e ficando, da tropa portuguesa, um soldado prisioneiro”.</p>
<div id="attachment_3508" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3508" title="Agência Postal-Telegráfica (Década de 50)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Agência-Postal-Telegráfica-Década-de-50-300x181.jpg" alt="Agência Postal-Telegráfica (Década de 50)" width="300" height="181" /><p class="wp-caption-text">Agência Postal-Telegráfica (Década de 50)</p></div>
<p style="text-align: justify;">            Como se vê, foi em terras de Piracuruca, às margens da lagoa do Jacaré, em 10 de março de 1823, que se deu a primeira luta armada pela adesão do Piauí à independência brasileira. A escaramuça piracuruquense foi, assim, como que o prelúdio do grande combate ocorrido em 13 de março, nos campos que margeiam o rio Jenipapo, próximo a Campo Maior.<br />
            Em 1832, pelo Decreto da Regência de 6 de julho, a freguesia de Piracuruca foi elevada à categoria de vila. Sua instalação, porém, ocorre somente em 23 de dezembro de 1833, em solenidade de que participou, dentre outras autoridades, o coronel Simplício Dias da Silva, Presidente do Conselho Municipal de Parnaíba. Nessa data também são eleitos os conselheiros para a composição da primeira Casa legislativa de Piracuruca: Albino Borges Leal, Francisco José do Rego Castelo Branco, Vicente Pereira dos Santos, Manoel Rodrigues de Carvalho, Antônio das Mercês Santiago, Pedro de Brito Passos e Manoel da Costa Portela.<br />
            Por ocasião da execução do Código do Processo Criminal, em 1833, ficou o termo de Piracuruca fazendo parte da comarca de Parnaíba, em virtude da Lei provincial número 30, de 25 de agosto de 1836. Desmembrado para ser anexado à comarca de Campo Maior em virtude da Lei provincial número 126, de 27 de setembro de 1841. Voltando a pertencer à comarca de Parnaíba, pela Lei provincial número 286, de 17 de agosto de 1844. Elevada, enfim, à categoria de comarca, em virtude da lei provincial número 432, de 17 de agosto de 1857, reunidamente com o termo de Pedro II. Desanexado Pedro II de Piracuruca pela Lei provincial número 892, de 15 de junho de 1875, sendo, porém, em virtude dessa mesma Lei, anexado à comarca de Piracuruca o termo de Batalha. Esse, para tal fim, foi desmembrado da comarca de Barras, dando-se-lhe por limites os mesmos da freguesia.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>REVOLUÇÃO DOS BALAIOS:</strong> </p>
<p style="text-align: justify;">            O município de Piracuruca foi um dos que sofreram durante a Revolução dos Balaios, porquanto já era conhecido um dos seus chefes rebeldes – Antônio José da Cunha Lima Pedregulho – e, ainda, por serem os seus campos abundantes em fazendas de criar. Era uma excelente presa dos rebeldes que o tiveram em constantes sobressaltos.<br />
            Pedregulho, o terrível chefe Balaio, “em razão de se ter evadido da vila para não ser preso, como emissário dos rebeldes, não mais a perdeu de vista”. A sua curta estada no município despertou, porém, em muitos a ideia de se bandearem para os rebeldes. E não fora só o chefe Pedregulho que passara pela vila; também Raimundo Gomes, o “Cara Preta”, chefe supremo dos bandoleiros, atravessara ao mesmo tempo o município, sem que a população pudesse conseguir a sua captura, à falta de recurso militar.<br />
            Pouco tempo depois travou-se na fazenda Bebedouro, 8 léguas distante da vila, um grande combate entre as forças legais e os bandoleiros que ali se achavam entrincheirados, em avultado número, vindos de Matões (hoje Pedro II), onde encontraram sempre franco homizio. Os rebeldes foram sitiados no dia 20 de setembro de 1839, às 6 horas da manhã, rompendo o fogo que durou, vivíssimo, até as 17 horas e 30 minutos, quando o combate foi suspenso. No dia seguinte, 21, os rebeldes entregam-se às forças legais, ficando mortos em campo 15 e caindo prisioneiros 205, além de 2 escravos. Das forças legais, apenas duas praças foram feridas.<br />
            Por pouco, fora um desastre para a legalidade o combate de 20 de setembro, porque marchava sobre a vila, para se reunir aos rebeldes, grande número de revoltosos da Serra Grande, que, sabendo do fracasso, fugiram espavoridos.<br />
            O combate do Bebedouro foi a maior vitória alcançada até então sobre os Balaios. Poucos meses depois a revolução foi debelada e concedida a anistia pelo Decreto de 21 de agosto de 1840, com a deposição das armas pelos Balaios.<br />
            Vila desde 1831, somente em 28 de dezembro de 1889, pelo Decreto número 1, do primeiro governador republicano do Piauí – Gregório Taumaturgo de Azevedo – foi Piracuruca elevada à categoria de cidade.<br />
            Em 1934, em virtude do Decreto número 1.528, de 21 de março, da Interventoria Federal do Estado – o então capitão Landri Sales Golçalves – teve Piracuruca nova divisão policial.<br />
            Piracuruca é sede de comarca de 3.ª entrância.<br />
            Desde o início de 2009, o município de Piracuruca encontra-se representado pelas seguintes autoridades: Executivo &#8211; Raimundo Vieira de Brito (prefeito municipal); e Maria Elisabete Bezerra Melo (vice-prefeita). Legislativo – Valter Cesar de Brito (presidente); Francisco de Assis da Silva Melo; Reginaldo Machado de Resende; Francisco Damasceno da Páscoa; Simão Pedro Alves de Melo; Pedro Casseano de Cerqueira Neto; João Alberto de Carvalho Machado; Milton da Silva Melo; e Maria do Socorro Marques do Nascimento.</p>
<p>              <strong>LOCALIZAÇÃO:</strong> O município de Piracuruca pertence à Zona Fisiográfica da Ibiapaba. A sede municipal está situada à margem do rio Piracuruca. Limita com os municípios de Cocal, Caraúbas do Piauí, Brasileira, Batalha, São João da Fronteira, Cocal dos Alves e São José do Divino. A sede do município pode ser acessada pelas rodovias BR-343 e PI-115. A cidade fica situada a 210 quilômetros da capital estadual. As coordenadas geográficas do município são as seguintes: 3º 55’ 40’’ de latitude Sul; e 41º 42’ 32’’ de longitude W.<br />
              <strong>ALTITUDE:</strong> É de 60 metros na sede do município.<br />
              <strong>CLIMA:</strong> Quente (tropical), como, aliás, em quase todo o norte do Estado do Piauí. A temperatura por estimativa apresenta os seguintes registros: médias das máximas: 38ºC; média das mínimas: 28ºC; média compensada: 34ºC, segundo uns, e 30ºC, segundo outros. A altura da precipitação no ano é de 1.181 mm.<br />
              <strong>ÁREA:</strong> 2.380,511 quilômetros quadrados.<br />
              <strong>BIOMA:</strong> Grande densidade de vegetação, que varia desde áreas de mata, passando por cerrados, carrascos e até caatinga.<br />
              <strong>ACIDENTES GEOGRÁFICOS:</strong> Sobressaem, como principais, os rios Piracuruca, que banha a sede municipal; Jacareí; da Estrema; Jenipapo; Catarina; Trapiá ou Palmeiras; Jaburu; Pejuada; Arabê, e outros. Os riachos Belém; do Gavião; Brasileira, e outros. As serras Jucurutu; Gameleira; da Capivara, e outros.<br />
               <strong>RIQUEZAS NATURAIS:</strong> As principais riquezas do município são: a) de origem mineral: tabatinga, chumbo, cristal, cobre etc; b) de origem vegetal: carnaúba, com especialidade; c) de origem animal: tatu, cutia, gato, veado, paca, capivara, onça, e outros.<strong> <br />
               </strong><strong>POPULAÇÃO:</strong> Segundo o Recenseamento de 2007, a população de Piracuruca era de 26.499 habitantes A densidade era de 11,6 habitantes por quilômetro quadrado. <br />
              <strong>ATIVIDADES ECONÔMICAS:</strong> As principais atividades econômicas são agropecuárias, comerciais e industriais. <br />
              <strong>MEIOS DE TRANSPORTE E COMUNICAÇÃO: </strong>Piracuruca conta com o meio de transporte rodoviário e, eventualmente, com o transporte aéreo de aeronaves de pequeno porte. A comunicação com as cidades vizinhas e a capital do estado, Teresina (PI), bem como as cidades do norte do Ceará e sua capital, Fortaleza (CE), é realizada através de linhas regulares de transporte coletivo. Existe na cidade uma agência dos Correios, serviços de telefonia fixa e móvel das operadoras OI, TIM, Claro e Vivo.<strong> <br />
              </strong><strong>GENTÍLICO:</strong> Piracuruquense.<br />
              <strong>ASSISTÊNCIA MÉDICA:</strong> Hospital Estadual “Dr. José de Brito Magalhães”; Centro de Medicina Especializada (CEMEPI); Serviço de Assistência Médica de Urgência (SAMU); Pronto Socorro Médico Municipal de Urgência, Unidade Médica Municipal do Centro, Postos de Saúde Municipais em diversos bairros e localidades da zona rural.<br />
               <strong>OUTROS ASPECTOS CULTURAIS: </strong>Espaço Jovem “Des. Brandão de Carvalho” e Usina de Cultura.<br />
               <strong>PARTICULARIDADES E MONUMENTOS HISTÓRICOS:</strong>   O templo de Nossa Senhora do Carmo, considerado “Monumento Nacional” por Decreto do Presidente Getúlio Vargas, edificado interna e externamente com pedras lavradas, cuja construção data de 1743, tem grande significação na história do município. A igreja possui, acima da porta principal, um escudo, bela peça artisticamente esculpida, e a data da sua fundação em algarismos romanos.<br />
               <strong>MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS E FOLCLÓRICAS:</strong> O principal festejo religioso é o levado a efeito em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade, no período de 7 a 16 de julho, constituído de novena à noite e belíssima procissão ao encerramento. Diariamente, seguindo-se à novena, há leilões, quermesses etc. À festa descrita, juntam-se outros festejos populares. <br />
               <strong>ATRAÇÕES TURÍSTICAS:</strong> As “Sete Cidades”, formadas de blocos de pedras primorosamente dispostas, formando casas, fortalezas, ruas etc., ferem a imaginação do espectador. Melhor descrição delas faz o professor Ludovico Schwennhagen, em sua “Antiga História do Brasil – De 1.100 a.C. a 1500” (1928), e o escritor Vitor Gonçalves Neto, em seu “Roteiro das Sete Cidades” (1963). Barragem e grande lago no rio Piracuruca, com 250.000m3 de volume de água. No local está sendo construída estrutura para o balneário, incluindo bares e restaurantes. Complexo turístico da “Prainha”, na zona urbana, margem esquerda do rio Piracuruca, com estrutura para a prática de esportes, bares e restaurantes.<br />
<strong>              VULTOS ILUSTRES: </strong>Mencionam-se aqui nomes de alguns filhos ilustres de Piracuruca: </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Gervásio de Brito Passos (1837-1923)</span></strong>: Político de renome regional, e nacional. Deputado provincial no Piauí, em 5 legislaturas, na monarquia; deputado novamente pelo mesmo Estado, no regime republicano, durante 4 legislaturas; presidente da Câmara de Deputados do Estado do Piauí durante uma legislatura; Coronel comandante da Guarda Nacional em Piracuruca; Senador da República pelo Piauí, eleito em 1908, para o septiênio 1909-1915. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Simplício Coelho de Resende (1841-1914)</span></strong><span style="text-decoration: underline;">:</span> Jurista, parlamentar e jornalista de mérito. Distinguiu-se no cenário político do Piauí nos últimos anos do Império e no começo da República. Deputado geral pelo partido conservador. Patrono da Cadeira nº 19 da <em>Academia de Letras da Região de Sete Cidades</em>. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Antônio Neves de Melo (1903-1935)</span></strong><span style="text-decoration: underline;">:</span> Bacharel em Direito. Brilhante poeta e jornalista. Dirigiu a Imprensa Oficial do Estado do Piauí. Pertenceu à <em>Associação Piauiense de Imprensa</em> e ao <em>Instituto Histórico e Geográfico Piauiense</em>. Publicou: “<em>Sobre Olavo Bilac</em>” (conferência); e “<em>Contos e Crônicas</em>” (publicação póstuma). Fundador do “<em>Cenáculo Piauiense de Letras</em>”. Morreu muito jovem, depois de uma vida toda dedicada às letras. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Luiza Amélia de Queiroz (1838-1898)</span></strong>: Maior poetisa piauiense no século XIX. Publicou dois livros de primorosos poemas: “<em>Flores Incultas</em>” e “<em>Georgina ou Os Efeitos do Amor</em>”. Princesa da Poesia Romântica do Piauí. Patrona das Cadeiras nº 28 da <em>Academia Piauiense de Letras</em>; nº 24 da <em>Academia Parnaibana de Letras</em>; nº 2 da Academia de Letras da Região de Sete Cidades; e nº 21 do <em>Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Parnaíba</em>. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Anísio de Brito Melo (1886-1946)</span></strong>: Odontólogo. Militar. Capitão cirurgião da Guarda Nacional. Historiador e professor de grandes méritos. Diretor da Instrução Pública do Estado do Piauí. Publicou diversas obras, dentre as quais: “<em>O Piauhy no Centenário de Sua Independência</em>” (1922). Organizador e primeiro diretor do Arquivo Público Estadual, hoje “<em>Casa Anísio Brito</em>”. Sócio-fundador e presidente do <em>Instituto Histórico e Geográfico do Piauí</em>. Patrono das Cadeiras: nº 34 da <em>Academia Piauiense de Letras</em>; e nº 01 da <em>Academia de Letras da Região de Sete Cidades</em>. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Nota:</span></strong> Este texto é fruto de pesquisa em várias fontes, inclusive no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi revisto, revisado e ampliado pelo correspondente de Piracuruca, <strong>Augusto Brito</strong>.</p>
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		<title>Divulgada a capa da edição de março de 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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                Buscando divulgar os valores de nossa terra, não escritos em livros senão nas páginas do cotidiano, Claucio Ciarlini Neto partiu numa grande e importante empreitada que enriquece, desde 2008, nossas páginas, o lançamento do quadro “Parnaíba por quem também faz Parnaíba”; e é saudando seu retorno que “O Piaguí” estampa, na capa do mês de março (n.º 29), a justa e digna homenagem a um artista que sobrevive, unicamente, do desenho, mais conhecido entre nós pelo nome de “Guerreiro”, ou, melhor, Francisco de Assis Lemos. Talvez o nome artístico ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3466" title="Ano III - Edição n.º 29 - Março de 2009 - CAPA" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ano-III-Edição-n.º-29-Março-de-2009-CAPA-197x300.jpg" alt="Ano III - Edição n.º 29 - Março de 2009 - CAPA" width="197" height="300" />                Buscando divulgar os valores de nossa terra, não escritos em livros senão nas páginas do cotidiano, Claucio Ciarlini Neto partiu numa grande e importante empreitada que enriquece, desde 2008, nossas páginas, o lançamento do quadro “Parnaíba por quem também faz Parnaíba”; e é saudando seu retorno que “O Piaguí” estampa, na capa do mês de março (n.º 29), a justa e digna homenagem a um artista que sobrevive, unicamente, do desenho, mais conhecido entre nós pelo nome de “Guerreiro”, ou, melhor, Francisco de Assis Lemos. Talvez o nome artístico traduza, com perfeição, o adjetivo que faz de Francisco o grande batalhador que é: Exemplo de perseverança e simpatia. A surpresa do mês será o aumento das páginas, de 16 para 20, ampliando consubstancialmente o conteúdo e a qualidade editorial. Emerson S. Albuquerque, depois de algumas edições, retorna e brinda a todos com uma entrevista, para lá de descontraída, com o líder da banda “Attma”, que nos últimos tempos tem se consolidado no cenário metaleiro parnaibano. Lima Rebello é o busto do mês. E para os mais saudosos, reservamos uma página para “Piratas do Ritmo”, matéria pioneira que pretende revitalizar a memória musical piauiense. Sendo o dia 14 de março dedicado aos vendedores de livros, estamparemos importante dado: Os primeiros vendedores de livros de Parnaíba. E isso é apenas o começo, então, aguarde!</p>
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