<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Piagui - Culturalista &#187; Poetas Piauienses</title>
	<atom:link href="http://www.opiagui.com.br/category/series/poetas-piauienses/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.opiagui.com.br</link>
	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 17:25:07 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.3</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Mário Faustino</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/10/mario-faustino/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/10/mario-faustino/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 05:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[Poetas Piauienses]]></category>
		<category><![CDATA[SÉRIES]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[além de esplêndidas traduções de autores consagrados como Kafka]]></category>
		<category><![CDATA[até então desconhecidos no nosso país; no mesmo ano foi professor da Escola de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[cinco minutos antes de chegar no Aeroporto de Lima]]></category>
		<category><![CDATA[De 1956 a 1958 criou e dirigiu a página “Poesia-Experiência” no Suplemento Literário do Jornal do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dentre outros]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvendo ao lado da Geração Concretista]]></category>
		<category><![CDATA[Dominava várias línguas e sua erudição era excepcional para a sua idade]]></category>
		<category><![CDATA[em 1930]]></category>
		<category><![CDATA[Em 1960 exerceu o cargo de diretor adjunto do Centro de Informação Pública da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[em 1962]]></category>
		<category><![CDATA[em Cerros de los Cruzes; não havendo sido encontrados seus despojos. Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[em desastre de avião]]></category>
		<category><![CDATA[enquadrado na terceira fase do Romantismo]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciou-se na capital paraense no jornalismo (“A Província do Pará” e “Folha da Noite”) e na vida literária]]></category>
		<category><![CDATA[intensa atividade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Mallarmé]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Faustino dos Santos e Silva]]></category>
		<category><![CDATA[mormente de crítica de poesia]]></category>
		<category><![CDATA[morrendo]]></category>
		<category><![CDATA[nasceu na capital do estado do Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[no Peru]]></category>
		<category><![CDATA[no Rio de Janeiro (onde fixou residência)]]></category>
		<category><![CDATA[onde não completou o curso jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Pound]]></category>
		<category><![CDATA[precocemente]]></category>
		<category><![CDATA[Teresina]]></category>
		<category><![CDATA[transferiu-se para Belém do Pará]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=1901</guid>
		<description><![CDATA[

Mário Faustino dos Santos e Silva, enquadrado na terceira fase do Romantismo, nasceu na capital do estado do Piauí, Teresina, em 1930, morrendo, precocemente, em 1962, em desastre de avião, cinco minutos antes de chegar no Aeroporto de Lima, no Peru, em Cerros de los Cruzes; não havendo sido encontrados seus despojos. Adolescente, transferiu-se para Belém do Pará, onde não completou o curso jurídico. Dominava várias línguas. Iniciou-se na capital paraense no jornalismo (“A Província do Pará” e “Folha da Noite”) e na vida literária. De 1956 a 1958 criou e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1903" title="Mario Faustino" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Mario-Faustino-214x300.jpg" alt="Mario Faustino" width="214" height="300" />Mário Faustino dos Santos e Silva, enquadrado na terceira fase do Romantismo, nasceu na capital do estado do Piauí, Teresina, em 1930, morrendo, precocemente, em 1962, em desastre de avião, cinco minutos antes de chegar no Aeroporto de Lima, no Peru, em Cerros de los Cruzes; não havendo sido encontrados seus despojos. Adolescente, transferiu-se para Belém do Pará, onde não completou o curso jurídico. Dominava várias línguas. Iniciou-se na capital paraense no jornalismo (“A Província do Pará” e “Folha da Noite”) e na vida literária. De 1956 a 1958 criou e dirigiu a página “Poesia-Experiência” no Suplemento Literário do Jornal do Brasil, desenvolvendo ao lado da Geração Concretista, no Rio de Janeiro (onde fixou residência), intensa atividade intelectual, mormente de crítica de poesia, além de esplêndidas traduções de autores consagrados como Kafka, Mallarmé, Pound, dentre outros, até então desconhecidos no nosso país; no mesmo ano foi professor da Escola de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas. Visitou Europa e os Estados Unidos. Em 1960 exerceu o cargo de diretor adjunto do Centro de Informação Pública da ONU. Austero em seu ofício poético, perseguiu novas formas, manipulando a Língua com rara e lúcida consciência. Publicou apenas um livro, O HOMEM E SUA HORA, em 1955 no Rio de Janeiro, deixando valiosos textos inéditos, dos quais já foram publicados vários ensaios.</p>
<p style="text-align: center;">NAM SIBYLLAM</p>
<p>Lá onde um velho corpo desfraldava<br />
As trêmulas imagens de seus anos;<br />
Onde imaturo corpo condenava<br />
Ao canibal solar seus tenros anos;</p>
<p>Lá onde em cada corpo vi gravadas<br />
Lápides eloqüentes de um passado<br />
Ou de um futuro argüido pelos anos;<br />
Lá cândidos leões alvijubados</p>
<p>Às brisas temporais se espedaçavam<br />
Contra as salsas areias sibilantes;<br />
Lá vi o pó do espaço me enrolando</p>
<p>Em turbilhões de peixes e presságios –<br />
Pois na orla do mundo as delatantes<br />
Sombras  marinhas, vagas, me apontavam.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/10/mario-faustino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
