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	<title>Piagui - Culturalista &#187; Bustos Parnaibanos</title>
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	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
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		<title>Raul Bacellar</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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              Chega ao fim esta série, que desde novembro de 2009 tem ocupado nossas páginas, divulgando personalidades eminentes cujas histórias confundem-se com a própria história da cidade. Assim, de lá para cá, vimos: Dep. Pinheiro Machado, Ranulpho Torres Raposo, Roland Jacob, José Rodrigues e Silva, Lima Rebello, James Frederick Clark, José de Moraes Correia e Dom Frei Valentim Lazzarri.
            Agora, ensairemos a vida de Raul Furtado Bacellar, antigo farmacêutico que fez história em Parnaíba. Filho de Antônio da Costa Bacellar e Maria Vicência Furtado Bacellar, nasceu em Brejo dos Anapurus ...]]></description>
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<div id="attachment_4207" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-4207" title="DSC01754" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DSC01754-300x225.jpg" alt="Raul Bacellar" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Raul Bacellar</p></div>
<p style="text-align: justify;">              Chega ao fim esta série, que desde novembro de 2009 tem ocupado nossas páginas, divulgando personalidades eminentes cujas histórias confundem-se com a própria história da cidade. Assim, de lá para cá, vimos: Dep. Pinheiro Machado, Ranulpho Torres Raposo, Roland Jacob, José Rodrigues e Silva, Lima Rebello, James Frederick Clark, José de Moraes Correia e Dom Frei Valentim Lazzarri.<br />
            Agora, ensairemos a vida de Raul Furtado Bacellar, antigo farmacêutico que fez história em Parnaíba. Filho de Antônio da Costa Bacellar e Maria Vicência Furtado Bacellar, nasceu em Brejo dos Anapurus no dia 26 de maio de 1891.  Fez o ensino médio na capital daquele estado, São Luís, e, logo após, seguiu para o Rio de Janeiro, onde cursou Farmácia, vindo a concluir, ainda jovem, com apenas 20 anos de idade, na Faculdade de Pharmácia e Medicina de Belém (PA). Graduou-se, ainda, bacharel em Letras.<br />
            Foi aluno e assistente do grande cientista e médico Oswaldo Cruz. No correr de sua vida, como professor, lecionou diversas disciplinas, a citar: Química, biologia, português, literatura e história; em instituições como Ginásio Parnaibano, Colégio Nossa Senhora das Graças e União Caixeiral (todos em Parnaíba). Neste tempos, recebeu merecido reconhecimento do Governo Federal, por ter condições satisfatórias à graduação de profissionais contábeis nas administrações públicas.<br />
            Atuou brilhantemente na imprensa (Almanaque da Parnaíba) e desenvolveu pesquisas de âmbito histórico para Parnaíba. Homem de larga visão e intelectualidade, costumava dizer: “Leio tudo que me chega às mãos, até mesmo os escritos licenciosos, por entender que, neles, por vezes, está brotada a grandeza da arte como cultura humana de todas as épocas”. Chegou a receber o título de “Farmacêutico mais idoso do Brasil, ainda em atividade”, em 1982 pela Fundação Roberto Marinho e Laboratórios Roche, por ter chegado aos seus 91 anos de idade trabalhando com plena saúde.<br />
            Foi o primeiro farmacêutico da Estrada de Ferro Central do Piauí (1920), Sócio Fundador do Banco da Parnaíba, Presidente da Companhia de Luz e Força de Parnaíba, Sócio Fundador do Rotary Club de Parnaíba, Fiscal Federal do Ginásio Parnaibano e Fiscal Estadual da Escola Normal Nossa Senhora das Graças. Foi um dos membros da União Brasileira de Escritores do Piauí e Sócio Fundador da Casa do Jornalista de Parnaíba. Ocupava a cadeira n.º 21 da Academia Parnaibana de Letras, e fundou, junto de seus confrades, a Sociedade Parnaibana de Imprensa. Recebeu o título de Cidadão Parnaibano, pela Câmara Municipal de Parnaíba, e Cidadão Piauiense, pela Assembleia Legislativa do Estado, além da medalha do Mérito Renascença do Piauí, dentre outros. Montou em 1927, e manteve por muitos anos, a “Pharmácia do Povo”, hoje museu localizado no Porto das Barcas (local este em que se encontra, atualmente, o busto aqui ensaiado).<br />
            Criou a Fundação que leva seu nome, ainda hoje voltada para as atividades educacionais, culturais, sociais, saúde, amparo ao idoso, crianças especiais, além de contribuir com a preservação do meio ambiente. A Fundação está sediada em Parnaíba à Rua Vera Cruz, n.º 744, Bairro São José. Atende, atualmente, uma média de 200 idosos, além de desenvolver projetos como o “Clube Parnaibano de Xadrez”, “Escola de Música Infanto-Juvenil”, “Cine Clube de Parnaíba”, “Cursos de Inglês e Espanhol” e “Curso Comunitário de Pré-Vestibular”.    <br />
            Faleceu em Parnaíba no dia 12 de novembro de 1996.</p>
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		<title>Dom Frei Valentim Lazzari</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 10:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bustos Parnaibanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Dom Frei Valentim Lazzari]]></category>

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            Para este busto, O Piaguí foi longe, bem longe, mais propriamente à cidade de Grajaú, sul do Maranhão, buscar informações. Parnaíba, a propósito, não possuía nada a respeito, em canto algum. E aqui vamos nós, preencher esta lacuna em nossa história eclesiástica.
          Valentino Tiago Lazzari, ou Valentino Giacomo Lazzari (conforme descobrimos), nasceu no dia três de janeiro de 1925 em Cologno Al Serio, uma comuna italiana da região de Lombardina, província de Bérgamo. Em 14 de julho de 1943, em Milão, fez sua Procissão religiosa; lá, ordenado presbítero em ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-4100" title="SDC11737" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SDC11737-225x300.jpg" alt="SDC11737" width="225" height="300" />            Para este busto, O Piaguí foi longe, bem longe, mais propriamente à cidade de Grajaú, sul do Maranhão, buscar informações. Parnaíba, a propósito, não possuía nada a respeito, em canto algum. E aqui vamos nós, preencher esta lacuna em nossa história eclesiástica.<br />
          Valentino Tiago Lazzari, ou Valentino Giacomo Lazzari (conforme descobrimos), nasceu no dia três de janeiro de 1925 em Cologno Al Serio, uma comuna italiana da região de Lombardina, província de Bérgamo. Em 14 de julho de 1943, em Milão, fez sua Procissão religiosa; lá, ordenado presbítero em 1950, é enviado em 1954, a cumprir missão, ao Brasil.<br />
          De uma inteligência singular, aqui em Parnaíba “Frei Valentim”, como era conhecido, lecionou teologia nos seminários capuchinhos. Sendo, professor, também, em Fortaleza (CE). Atuando como educador dos vocacionados à vida franciscana, zelando, sempre, pelo crescimento da ordem franciscana.<br />
          Valentino deixou Parnaíba para servir o Maranhão como primeiro Bispo de Grajaú, fato que o fez acompanhar, inclusive, a progressiva abertura da Igreja daquele município ao novo brotado do Concílio Ecumênico Vaticano II e das conferências latino-americanas de Médellin e Puebla. Na cidade maranhense, conheceu o famoso Frei Alberto Beretta, famoso médico capuchinho que recebeu o título “Médico dos Pobres e Sofredores”, conhecido pelo seu pioneirismo na utilização de excertos de placenta na recuperação de problemas em fieis; desde sua morte, tramita no Vaticano, o processo para beatificação.<br />
          Frei Valentim era um homem ligado ao campo da escrita, deixou publicações relacionadas às suas experiências pastorais.<br />
          Faleceu, prematuramente, aos 58 anos de idade, em uma das visitas à Itália, em Bérgamo.<br />
          O busto imponente à Avenida Nossa Senhora de Fátima marca o reconhecimento e gratidão do povo de Parnaíba ao seu trabalho missionário, além do Centenário da Missão dos Capuchinhos no Nordeste (1894-1994).</p>
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		<title>José de Moraes Correia</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 20:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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               Localizado próximo aos portões que descerram a entrada principal da Federação das Indústrias do Piauí, à Rua Riachuelo, este busto simboliza a justa homenagem dos industriais piauienses a uma das mais notáveis personalidades parnaibanas, fundador e primeiro Presidente da FIEPI (1955-1956), e que, por longas décadas, esteve à frente da empresa que possuiu o maior complexo industrial do Piauí: Moraes &#38; Cia; esta que foi uma das pioneiras do estado na comercialização e exportação de sabonetes “Glicerol” e “Moraes”, cera de carnaúba, centrífugas, óleo de oiticica, silicato de sódio, ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3972" title="José de Moraes Correia" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/05/José-de-Moraes-Correia-197x300.jpg" alt="José de Moraes Correia" width="197" height="300" />               Localizado próximo aos portões que descerram a entrada principal da Federação das Indústrias do Piauí, à Rua Riachuelo, este busto simboliza a justa homenagem dos industriais piauienses a uma das mais notáveis personalidades parnaibanas, fundador e primeiro Presidente da FIEPI (1955-1956), e que, por longas décadas, esteve à frente da empresa que possuiu o maior complexo industrial do Piauí: Moraes &amp; Cia; esta que foi uma das pioneiras do estado na comercialização e exportação de sabonetes “Glicerol” e “Moraes”, cera de carnaúba, centrífugas, óleo de oiticica, silicato de sódio, dentre outros.<br />
            Filho de Jozias Benedito de Moraes com Joana Rita de Moraes Correia, José de Moraes Correia nasceu em Parnaíba no dia 19 de março de 1895. Iniciou os estudos na terra natal, tendo como professora a mesma mestra de Humberto de Campos e Berilo Neves, D. Marocas Lima. Depois seguiu para o Recife, onde estudou de 1906 a 1907 no tradicional Instituto Ayres Gama, este que foi a mesma casa do saber para Waldemar de Oliveira, diretor, autor, tradutor compositor, arranjador, regente, crítico, ator e cenógrafo, fundador do Teatro de Amadores de Pernambuco e Teatro do Estudante do Brasil.<br />
            No ano seguinte, a família do José de Moraes Correia o envia a Portugal, para, em Lisboa, estudar o curso comercial. Em 1910, segue para a Inglaterra, fixando-se, por pouco tempo, na cidade de Ilkley, em Yorshire, tendo, lá, aperfeiçoado as técnicas comerciais e o conhecimento da língua inglesa. Através de acordos firmados entre a empresa de seu pai, Ribeiro, Moraes &amp; Santos, nos anos de 1911 e 1912 trabalhou para a Camberlain Deaner &amp; Co. (a mesma que ofertou à família Clark, parceira comercial no Brasil, aquela que teria sido a primeira bola de futebol do Piauí).<br />
            De volta à Parnaíba, 1913, assume o posto de Auxiliar de escritório na firma Moraes, Santos &amp; Cia. Em 1947 a firma muda a sua razão social, incorporando um novo nome: Moraes S.A. Indústria e Comércio, e José de Moraes Correia torna-se o seu primeiro Diretor-Presidente.<br />
            Ainda no ramo do comércio e indústria, fundou uma empresa de navegação “Empresa Moraes de Navegação Costeira S.A.”, cujo navio “Jozias Moraes”, para linha de Luís Correia ao Rio de Janeiro, com escala em Recife, possuía uma capacidade para 700 toneladas.<br />
 <img class="alignleft size-medium wp-image-3973" title="José de Moraes Correia - Busto" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/05/José-de-Moraes-Correia-Busto-197x300.jpg" alt="José de Moraes Correia - Busto" width="197" height="300" />           Na vida associativa, foi Presidente da Associação Comercial de Parnaíba, Presidente do Sindicato das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do Piauí, Diretor Regional do SESI (1955-1966), Presidente do Conselho Regional do SENAI (1955-1966), membro do Conselho de Representantes da Confederação Nacional da Indústria e Sócio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Parnaíba.<br />
            Segundo Caio Passos, um de seus biógrafos, autor, inclusive, que nos serve de base para este ensaio, “O Coronel Zeca Correia penetrou em todos os setores da vida parnaibana, no louvável intuito de bem servir à sua terra natal e ao Piauí”, assim se refere Passos à fundação do Parnahyba Sport Club, ao primeiro automóvel do Piauí, primeiro rádio-receptor do estado, à construção da Usina Elétrica em Amarante, dentre outras importantes e cívicas campanhas em favor de Parnaíba, como, por exemplo, a manutenção do nome da cidade, em razão da antiga resolução que abolia os topônimos no País.<br />
            Casou-se, em 1917, com Almira Basto Correia, filha do primeiro médico parnaibano formado, João Maria Marques Basto, e com ela teve oito filhos. Faleceu no Rio de Janeiro no dia dois de abril de 1978. Além do busto, Parnaíba lhe presta homenagem emprestando seu nome a uma artéria urbana, que se inicia na Avenida Princesa Isabel e segue até o fim do Bairro Santa Luzia.</p>
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		<title>Lima Rebello</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 20:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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José Pires de Lima Rebello é o nome do busto homenageado deste mês. Está localizado no Colégio Estadual de mesmo nome. O homem por trás deste digno tributo nasceu na cidade de Barra do Marataoã, estado do Piauí, no dia 24 de setembro de 1887. Eram seus pais o senhor e senhora Cel. Patriotino Gomes Rebello e Antônia de Lima Castelo Branco Pires Ferreira. Ainda muito cedo, ao lado dos cinco irmãos (Genésio, Umbelina, Orminda, Madalena e Celeste), rumou para a cidade de União (PI) para, depois, fixar residência em ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3570" title="DSC02001" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC02001-300x225.jpg" alt="DSC02001" width="300" height="225" />José Pires de Lima Rebello é o nome do busto homenageado deste mês. Está localizado no Colégio Estadual de mesmo nome. O homem por trás deste digno tributo nasceu na cidade de Barra do Marataoã, estado do Piauí, no dia 24 de setembro de 1887. Eram seus pais o senhor e senhora Cel. Patriotino Gomes Rebello e Antônia de Lima Castelo Branco Pires Ferreira. Ainda muito cedo, ao lado dos cinco irmãos (Genésio, Umbelina, Orminda, Madalena e Celeste), rumou para a cidade de União (PI) para, depois, fixar residência em Parnaíba.  Tinha então, o jovem Lima Rebello 11 anos quando viu a mãe viúva assumir os negócios da família em Parnaíba: Loja Parnaibana.<br />
            Em 1899, sob oportunidade oferecida pelo tio Joaquim de Lima Pires Ferreira, seguiu para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Pedro II. Ainda na metrópole de São Sebastião aprendeu a falar francês. Quando estava por concluir os estudos naquele colégio, o tio General do Exército Firmino Pires Ferreira o recomendou à Escola Militar da Praia Vermelha e lá, aderindo aos revoltosos da Revolta da Vacina, foi preso e deportado para o Rio Grande do Sul.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-3571" title="DSC02003" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC02003-225x300.jpg" alt="DSC02003" width="225" height="300" />            De volta ao Rio de Janeiro, deu continuidade aos estudos, ingressou no curso de Ciências Jurídicas na Faculdade Nacional de Direito, concluindo-o no ano de 1909 como aluno exemplar, aliás, como sempre foi em todo o histórico de vida estudantil. Serviu, ainda naquela cidade, como Comissário da Borracha; segundo José Pinheiro de Carvalho, em elogio à Lima Rebello, na Academia Parnaibana de Letras, onde este é patrono da Cadeira n.º 1, “Esteve [...] (Lima Rebello) como Comissário do Piauí na Exposição da Borracha de Nova York-EUA e recomendado pelo então Ministro do Exterior, Lauro Müller, a pedido do Dep. Joaquim Pires Ferreira, para ser nomeado funcionário do Consulado Geral da República, na cidade do México”.<br />
            Nas idas e vindas à Parnaíba, em estações de veraneio, conheceu a Srta. Nympha Tote Candá Véras, e em 14 de agosto  de 1912 uniu, com ela, laços matrimoniais. O casamento fez com que Lima Rebello, por sua própria conta, abandonasse a carreira diplomática e exercesse, em Parnaíba, a profissão que lhe era de formação acadêmica. Junto de D. Nympha Lima Rebello formou uma prole de 13 filhos.<br />
            Hoje, a história o consagra como um dos mais brilhantes advogados da história parnaibana. Atuou no campo de Direito nos estados do Piauí, Ceará e Maranhão. Poliglota, dominava, como poucos, o inglês, francês, alemão e latim. Foi tradutor. Colaborou para diversos periódicos, dos quais podemos citar “O Imparcial”, “O Dia”, “Jornal do Comércio”, “Tribuna” e “Correio de Teresina”. Escreveu as seguintes obras: “O Relatório da Borracha”, “A Cera de Carnaúba”, “O Comércio do Rio Parnaíba”, “Pró-Piauí” e o “Porto de Amarração”, cita-se, ainda, em sua rica biografia, o famoso discurso lido em sessão na Academia Piauiense de Letras: “As Vantagens da Ingratidão”.<br />
            No campo da Educação atuou como professor, lecionando no Ginásio Parnaibano, instituição, inclusive, que ajudou a fundar ao lado do ex-prefeito Dr. Mirócles de Campos Véras, Alarico da Cunha, Luiz Galhanoni, Edison Cunha, Thomaz Catunda, dentre outros.<br />
            Vítima de infarto, Lima Rebello faleceu em Parnaíba, exatamente no estabelecimento de seu irmão Genésio (Farmácia Parnaibana), às nove horas da manhã do dia 15 de janeiro de 1940.<br />
            Além do Colégio Estadual que guarda este busto, Parnaíba ainda o homenageou usando seu nome em colégio municipal e ginásio, localizado na Avenida São Sebastião: Polivalente Lima Rebello. A cidade de Luís Correia também lhe presta homenagem com a Praça Pública Lima Rebello.</p>
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		<title>José Rodrigues e Silva</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 03:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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             Localizado no SESC-Avenida,  este busto é uma homenagem que o Serviço Social do Comércio fez ao cearense José Rodrigues e Silva, pelos relevantes trabalhos que prestou ao município como Professor e Diretor do Departamento Regional do SESC de 1954 a 1971.
            Nasceu no dia 12 de dezembro de 1911 em Iguatu (CE). Chegou à cidade de Parnaíba, a convite do Sr. Ozias de Moraes Correia, para assumir a direção do Instituto São Luiz Gonzaga, no dia sete de março de 1937, quando o então Intendente Municipal José Narciso da ...]]></description>
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<div id="attachment_3318" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-3318" title="DSC02227" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DSC02227-225x300.jpg" alt="Busto de José Rodrigues e Silva" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Busto de José Rodrigues e Silva</p></div>
<p style="text-align: justify;">             Localizado no SESC-Avenida,  este busto é uma homenagem que o Serviço Social do Comércio fez ao cearense José Rodrigues e Silva, pelos relevantes trabalhos que prestou ao município como Professor e Diretor do Departamento Regional do SESC de 1954 a 1971.<br />
            Nasceu no dia 12 de dezembro de 1911 em Iguatu (CE). Chegou à cidade de Parnaíba, a convite do Sr. Ozias de Moraes Correia, para assumir a direção do Instituto São Luiz Gonzaga, no dia sete de março de 1937, quando o então Intendente Municipal José Narciso da Rocha Filho, sensibilizado pela classe docente da época, através do Poder Público do Município, criou aquele Ginásio, sob orientação do educador paulista Luiz Galhanoni. Nos 59 anos de vida parnaibana, além do São Luís Gonzaga, foi professor no Ginásio Nossa Senhora das Graças, União Caixeiral e Colégio Estadual Lima Rebelo; lecionou a personalidades como João Paulo e Antônio Augusto dos Reis Velloso, Monsenhor Francisco Bossuet de Sales, dentre outros.  Ocupou, ainda, cargos e trabalhou em diversos setores, dentre os quais podemos destacar: Acadêmico de Teologia, Humanidades e Filosofia; 1.º Diretor e Professor do Ginásio São Luiz Gonzaga; Redator do Jornal “O Nordeste”, da Arquidiocese de Fortaleza e de “O Sino”, de Parnaíba; Membro da Associação Cearense de Imprensa; Mestre em Português, Latim, História Geral e do Brasil; Diretor do Departamento de Educação e Saúde do Município de Parnaíba; Diretor Regional do SESC/Piauí; Sócio do Sindicato dos Jornalistas de Parnaíba; Presidentes do Conselho Particular de Parnaíba, da Sociedade São Vicente de Paulo; Benfeitor e Conferencista do Grêmio São Pedro; Sócio Gerente da Construtora Igaraçu Ltda; “Lente Honorário” da Associação Educacional de São Paulo (1953); Integrante do Partido de Representação Popular (PRP); e Presidente do Movimento de Cursilhos de Cristandade.<br />
            Por força da Lei Municipal n.º 859, de 27 de março de 1944, tornou-se Cidadão Parnaibano, e, mais tarde, Piauiense, pela Lei Estadual n.º 3.560, de dois de dezembro de 1977. Casou-se com  Sra. Bernadete e, com ela, constituiu um prole de nove filhos, a citar: Antônio José Melo e Silva, Maria do Socorro Silva Pires, Roberto de Melo e Silva, Lúcia Maria Silva Felício, Iracema Silva de Azevedo, Maria Elizabeth Silva Davison, Maria de Fátima Melo e Silva, Bernardo Neto Melo e Silva, Núbia Maria de Melo e Silva.<br />
            Deixando saudades à família e amigos, faleceu no dia seis de fevereiro de 1996.</p>
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		<title>Roland Jacob</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 03:00:30 +0000</pubDate>
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                Roland Gabriel Jacob nasceu na cidade de Schalbch, em Lorena, França, no dia 15 de setembro de 1899. Eram os seus pais, o senhor e a senhora, Theophile e Constance Jacob. Chegou ao Brasil acompanhado dos tios Marc Desiré e Lazarre, para trabalhar, no ano de 1921, a bordo do navio “Cutberth” da Booth Line. Casou-se duas vezes, a primeira com a suíça Suzanne Geismann Jacob (1927) e a segunda com a parnaibana Ozitha Mota Jacob (1949). Com aquela teve os filhos Marc Theophile Jacob e Rosemary Parnaibana Juliette ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3222" title="Roland Jacob" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Roland-Jacob-300x224.jpg" alt="Roland Jacob" width="300" height="224" />                Roland Gabriel Jacob nasceu na cidade de Schalbch, em Lorena, França, no dia 15 de setembro de 1899. Eram os seus pais, o senhor e a senhora, Theophile e Constance Jacob. Chegou ao Brasil acompanhado dos tios Marc Desiré e Lazarre, para trabalhar, no ano de 1921, a bordo do navio “Cutberth” da Booth Line. Casou-se duas vezes, a primeira com a suíça Suzanne Geismann Jacob (1927) e a segunda com a parnaibana Ozitha Mota Jacob (1949). Com aquela teve os filhos Marc Theophile Jacob e Rosemary Parnaibana Juliette Jacob. Fundou, em Parnaíba, a empresa de exportação, importação, venda e representação Casa Marc Jacob. Era um cidadão notadamente “alegre, afável e compreensivo”, segundo palavras de seu filho Theophile. Poliglota (francês, português, alemão e inglês), foi um dos mais ativos comerciantes de Parnaíba, mantinha contato permanente com mais de 30 países, dentre os quais merece destaque: Portugal, Alemanha e EUA. Fundou e presidiu a Associação Comercial de Parnaíba, e participou como membro efetivo da Associação Comercial do Rio de Janeiro e British Chamber of Commerce in Brazil, além de Conselheiro do Comércio Exterior da França.<br />
                 Exerceu o cargo de agente consular da França da década de 30 até sua morte. Em 1955 o município de Parnaíba deu-lhe o Título de Cidadania Parnaibana e no dia 26 de maio de 1969 recebeu o Título de Cidadão Piauiense. Sua empresa teve filiais em Teresina, Floriano, União, Campo Maior, Piripiri, Luzilândia, Coelho Neto, São Luís e Belém. Revendia as marcas Mercedes-Bens, Toyota, Nestlé, Shell, Coty, Antárctica, Squibb, Fontoura White, Moura Brasil, Facit, dentre outras tantas. Seu comércio voltava-se para eletrodomésticos, móveis, roupas de cama e mesa, artigos de porcelana, vidro e cristal, jóias, máquinas de costura, artigos decorativos e de presentes, relógios, bicicletas&#8230;<br />
               Em homenagem à primeira esposa, fundou, em Parnaíba, o Lactário Suzanne Jacob, que atendia, nos anos de 1938, 20 crianças, hoje, como Posto de Puericultura, atende mais de 1400 pessoas, entre lactentes, crianças e jovens. Dos ilustres comerciantes do Estado, foi o primeiro a exportar a cera de carnaúba, sementes oleaginosas, algodão, cera de abelha, resina de almécega e outros tantos produtos regionais. Foi um dos fundadores do Rotary Club de Parnaíba e associou-se ao Cassino 24 de Janeiro, Igara Clube, em Parnaíba; e Fluminense Futebol Clube e Clube Federal, no Rio de Janeiro. Era apreciador da arte e colecionava inúmeras peças: Pinturas, bibelôs, tapetes persas, objetos de marfim e bronze, dentre outros tantas que adquiriu em leilões Brasil afora.<br />
               Este busto, portanto, localizado na escola (antes particular), que lhe confere justa e digna homenagem, faz menção ao cidadão que muito ajudou os necessitados, chegando a receber a denominação carinhosa de “pai da pobreza”, não apenas por ter facilitado a moradia de tantas pessoas, mas, principalmente, pela dedicação que tinha pelos estudantes, dando-lhes fardamento, bolsas escolares e merenda. Faleceu na metrópole de São Sebastião no dia 20 de março de 1971.</p>
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		<title>Ranulpho Torres Raposo</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 03:27:53 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3038" title="Busto Ranulpho Torres Raposo" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Busto-Ranulpho-Torres-Raposo-300x254.jpg" alt="Busto Ranulpho Torres Raposo" width="300" height="254" />              Salvaguardado dentro dos muros do SESC-Avenida, à Rua Eunice Weaver, n.º1, este busto, em referência à Ranulpho Torres Raposo, representa a gratidão dos parnaibanos pelos serviços prestados por este senhor quando esteve à frente do Conselho Regional do Serviço Social do Comércio de 1954 a 1980.<br />
              Ranulpho Torres Raposo nasceu no município de Miguel Alves no dia 28 de maio de 1900. Eram os seus pais o senhor e a senhora Gustavo de Pinho Raposo e Anália Torres Raposo. Iniciou, em Parnaíba, os primeiros estudos e, mais tarde, em 1917, na capital do Piauí, cursou o ginásio no Liceu Piauiense. Ainda em Teresina, após as experiências em tipografia, fundou o jornal “Cenáculo Piauiense” e o “Jonas da Silva”; um ano depois se casou com Benedita do Rego Torres, sua prima legítima, e com ela teve três filhas: Maria do Socorro, Maria José e Florice. De volta à Parnaíba, ano de 1921, fundou, ao lado de um amigo, a sua primeira casa comercial: “Torres &amp; Branco”, que durou pouco tempo. Desfeita aquela sociedade, Ranulpho adquire, por compra, a parte que competia ao amigo e funda a sua própria firma: “Ranulpho Torres Raposo”; importante casa comercial parnaibana que representou, inclusive, marcas consagradas como Ford. Não tardou aquele engenhoso empresário fundar, em Teresina e Fortaleza, filiais e, nesta última, uma gráfica.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-3039" title="DSC02065" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/DSC02065-300x225.jpg" alt="DSC02065" width="300" height="225" />              Publicou três livros: “A bacia do rio Parnaíba”, “Navegabilidade do Parnaíba” e “Lar Paterno”. Foi associado ao Sindicato dos Jornalistas do Piauí e, por meio de compra, adquiriu, em 1941, de Benedicto dos Santos Lima, os direitos autorais do Almanaque da Parnaíba, anuário do qual foi diretor proprietário, editando-o ininterruptamente até 1980, ano de sua morte. Foi um dos fundadores, secretário e Presidente do Rotary Clube de Parnaíba. Fundou a Federação do Comércio e criou, em Parnaíba, no dia 19 de novembro de 1954, a Regional do Comércio Piauiense, de onde foi o seu primeiro Presidente, cargo este que ocupou até sua morte. Durante os vinte e seis anos que esteve à frente do SESC, construiu prédios e centros recreativos e esportivos da entidade em Teresina, Parnaíba e Floriano. Também foi fundador, e  Presidente, até a data de falecimento, da Federação do Comércio Atacadista. Atuou de 1951 a 1971 como Presidente da Associação Comercial de Parnaíba. Assumiu, a convite, a presidência da Cia Luz e Força de Parnaíba por oito anos. Trouxe para Parnaíba o Banco Real e trabalhou como conselheiro do Banco da Parnaíba.<br />
              Fez-se cidadão parnaibano por ato da Lei n.º 917, aprovada pela Câmara Municipal de Parnaíba, de 18 de novembro de 1975. Deixando amigos e familiares, faleceu na manhã do dia 23 de setembro de 1980, em Fortaleza-CE. Seus restos mortais descansam no Cemitério da Igualdade, em Parnaíba. A prosperidade do Estado e, principalmente, de Parnaíba, deve muito ao seu esforço, coragem e empenho.</p>
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		<title>Deputado Pinheiro Machado</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:00:37 +0000</pubDate>
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            Localizado na Avenida que lhe presta homenagem, este busto encontra-se paralelo à Rodoviária Séptimus Clarck de Parnaíba e faz menção ao Deputado José Pinheiro Machado, parnaibano nascido em 25 de novembro de 1918. Eram seus pais o senhor e a senhora Pedro Machado de Moraes e Maria de Lourdes Pinheiro Machado; além de político, foi advogado (Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela antiga Faculdade Federal de Direito do Piauí no ano de 1959), comerciante (formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Ceará e Relações Humanas no ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2346" title="Busto Dep. Pinheiro Machado" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Busto-Dep.-Pinheiro-Machado-227x300.jpg" alt="Busto Dep. Pinheiro Machado" width="227" height="300" />            Localizado na Avenida que lhe presta homenagem, este busto encontra-se paralelo à Rodoviária Séptimus Clarck de Parnaíba e faz menção ao Deputado José Pinheiro Machado, parnaibano nascido em 25 de novembro de 1918. Eram seus pais o senhor e a senhora Pedro Machado de Moraes e Maria de Lourdes Pinheiro Machado; além de político, foi advogado (Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela antiga Faculdade Federal de Direito do Piauí no ano de 1959), comerciante (formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Ceará e Relações Humanas no Instituto Dale Carnegie de Washington, EUA) e industrial. Durante a Segunda Guerra Mundial trabalhou como locutor de rádio em Nova Iorque. Casou-se com Dinah Diniz Machado, e com ela teve quatro filhos: Renato, Ivana, Daiana Diniz e Cynthia. Foi deputado federal pelo partido ARENA no quadriênio 1971-1975. Podemos ainda destacar as seguintes atuações: Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Parnaíba pelo partido UDN (estréia política), Presidente da Rádio Educadora de Parnaíba, Presidente da Fundação Educacional de Parnaíba, Vice-Presidente da Cia. de Luz e Força de Parnaíba, Diretor de Telefones Norte do Piauí S.A., Presidente da Águas e Esgotos do Norte do Piauí, Conselheiro do Departamento Regional do SESC do Piauí, Membro das Comissões de Economia e do Polígono das Secas e Professor Titular do curso de Administração da Universidade Federal do Piauí. Foi condecorado com a Medalha Clóvis Bevilaqua, destinada aos cidadãos que contribuíram com a Justiça. É patrono da Cadeira n.º 31 da Academia Parnaibana de Letras, ocupada atualmente pela acadêmica Lígia Ferraz. Vítima de ataque cardíaco, faleceu no dia 21 de novembro de 1982, quatro dias antes de completar os seus 64 anos. Hoje completa-se 27 anos de sua morte.</p>
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