<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Piagui - Culturalista &#187; Poesia de&#8230;</title>
	<atom:link href="http://www.opiagui.com.br/category/quadros/poesia-de/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.opiagui.com.br</link>
	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 17:25:07 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.3</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Simplício Dias da Silva</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/08/simplicio-dias-da-silva/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/08/simplicio-dias-da-silva/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 07:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Cel. Simplício Dias da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Humanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Monumento]]></category>
		<category><![CDATA[Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Recital]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[um homem muito cruel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=1024</guid>
		<description><![CDATA[


Da igreja que construíste,
daquelas ruas e esquinas,
do teu túmulo, da praça,
da Casa Grande em ruínas
emana a tua memória,
heroicamente imortal
Na memória vêm uns trechos
deveras tendenciosos
que trazem a ouvir histórias
dos atos perniciosos
de um homem muito cruel,
de uma alma sem piedade.
 
Para nos narrar absurdos
teu nobre nome mancharam.
Mas que importam teus defeitos,
se os heroísmos ficaram?
Todos os homens são falhos.
Até os grandes heróis.
Nada disso nos importa.
Que mal, se foste severo?
O que vale realmente
é o teu enorme esmero
na luta por ideais
em prol da posteridade.
Da igreja que construíste,
daquelas ruas e esquinas,
do teu túmulo, da praça,
da Casa Grande ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<p style="text-align: center;"><a><img class="alignleft size-medium wp-image-900" title="Estátua de Simplício" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Estátua-de-Simplício-225x300.jpg" alt="Estátua de Simplício" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Da igreja que construíste,<br />
daquelas ruas e esquinas,<br />
do teu túmulo, da praça,<br />
da Casa Grande em ruínas<br />
emana a tua memória,<br />
heroicamente imortal</p>
<p style="text-align: left;">Na memória vêm uns trechos<br />
deveras tendenciosos<br />
que trazem a ouvir histórias<br />
dos atos perniciosos<br />
de um homem muito cruel,<br />
de uma alma sem piedade.</p>
<p> </p>
<p>Para nos narrar absurdos<br />
teu nobre nome mancharam.<br />
Mas que importam teus defeitos,<br />
se os heroísmos ficaram?<br />
Todos os homens são falhos.<br />
Até os grandes heróis.</p>
<p>Nada disso nos importa.<br />
Que mal, se foste severo?<br />
O que vale realmente<br />
é o teu enorme esmero<br />
na luta por ideais<br />
em prol da posteridade.</p>
<p>Da igreja que construíste,<br />
daquelas ruas e esquinas,<br />
do teu túmulo, da praça,<br />
da Casa Grande em ruínas<br />
a tua ordem de ação,<br />
o teu brado firme ruge:</p>
<p>Liberdade, liberdade! -<br />
sempre será o teu grito,<br />
ecoando pelos séculos,<br />
nos enchendo do infinito<br />
que se esconde na palavra<br />
liberdade. Liberdade!</p>
<p style="text-align: center;">Santa Inês (MA), 25-26.VII.2009</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/08/simplicio-dias-da-silva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>És um Soneto que Deus escreveu</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/07/es-um-soneto-que-deus-escreveu/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/07/es-um-soneto-que-deus-escreveu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 16:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[PROSAS]]></category>
		<category><![CDATA[Soneto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=721</guid>
		<description><![CDATA[




Foto: Renan Correia


 
És um Soneto que Deus escreveu
para enlevar uma alma deste mundo.
Bendito seja o Seu Gênio fecundo,
que uma obra tão sublime ao mundo deu.
Foi com muita cautela que li eu
teu Primeiro Quarteto. Mais a fundo
tu me fizeste ler o teu Segundo.
Aí, minha leitura se deteu.
Os bons tercetos devem surpreender
com pensamentos lindos, bem bonitos
e que estiveram sempre antes submersos.
E, por mais belo que eu tente escrever,
palavras não traduzem infinitos
que inspira na minha alma ler teus Versos.
Filipe Cavalcante
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_722" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: center; width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cruz1.jpg"><img class="size-medium wp-image-722" title="cruz1" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/cruz1-300x225.jpg" alt="Foto: Renan Correia" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Renan Correia</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">És um Soneto que Deus escreveu<br />
para enlevar uma alma deste mundo.<br />
Bendito seja o Seu Gênio fecundo,<br />
que uma obra tão sublime ao mundo deu.</p>
<p>Foi com muita cautela que li eu<br />
teu Primeiro Quarteto. Mais a fundo<br />
tu me fizeste ler o teu Segundo.<br />
Aí, minha leitura se deteu.</p>
<p>Os bons tercetos devem surpreender<br />
com pensamentos lindos, bem bonitos<br />
e que estiveram sempre antes submersos.</p>
<p>E, por mais belo que eu tente escrever,<br />
palavras não traduzem infinitos<br />
que inspira na minha alma ler teus Versos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/07/es-um-soneto-que-deus-escreveu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E depois?</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/07/e-depois/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/07/e-depois/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 18:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=496</guid>
		<description><![CDATA[

 



Filipe Cavalcante


 

&#8220;Impavidum ferient ruinae&#8221;
(Lema presente no brasão do Piauí)
 
Foi com trabalho, foi com muito esforço
de uns homens simples, porém empenhados
que o rio viu que foram levantados
sem-número de sonhos no seu dorso.
 
E aquelas doces águas que fluíam
faziam como fazem às sementes:
os sonhos se tornavam florescentes
por virtude das águas que os nutriam.
 
Ah! mas como era lindo ver brotar
uma casinha, uma roça, um povoado!
Sim, lançaram raízes. Fora o fado
quem os levara até o melhor lugar!
 
Assim em muitos, muitos, muitos rios.
Vidas sem conta a ter suas raízes
regadas pelos rios; as matrizes
alimentadas por aquosos fios.
 
E, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<p> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_497" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: center; width: 188px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/ejpA7D.tmp.jpg"><img class="size-full wp-image-497" title="Filipe Cavalcante" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/ejpA7D.tmp.jpg" alt="Filipe Cavalcante" width="178" height="274" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Filipe Cavalcante</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Impavidum ferient ruinae&#8221;</em><br />
(Lema presente no brasão do Piauí)</p>
<p style="text-align: left;"> <br />
Foi com trabalho, foi com muito esforço<br />
de uns homens simples, porém empenhados<br />
que o rio viu que foram levantados<br />
sem-número de sonhos no seu dorso.<br />
 <br />
E aquelas doces águas que fluíam<br />
faziam como fazem às sementes:<br />
os sonhos se tornavam florescentes<br />
por virtude das águas que os nutriam.<br />
 <br />
Ah! mas como era lindo ver brotar<br />
uma casinha, uma roça, um povoado!<br />
Sim, lançaram raízes. Fora o fado<br />
quem os levara até o melhor lugar!<br />
 <br />
Assim em muitos, muitos, muitos rios.<br />
Vidas sem conta a ter suas raízes<br />
regadas pelos rios; as matrizes<br />
alimentadas por aquosos fios.<br />
 <br />
E, de repente, o líquido da vida -<br />
coisa que não se espera de um amigo -<br />
inchou-se além da conta. Um perigo<br />
pra vida na sua margem construída!<br />
 <br />
E inchou-se mais, e as águas o incitaram,<br />
e ergueu-se, e se tornou mais ruidoso,<br />
mais forte, mais potente, mais furioso,<br />
sem ver os que na margem se fixaram.<br />
 <br />
Grande enchente: cidades alagadas,<br />
plantações mortas, móveis destruídos,<br />
doenças, mortes, caminhos rompidos,<br />
desabrigados, vidas arrasadas.<br />
 <br />
Agora é água, desespero e pranto.<br />
No mais verde do sonho, ele foi morto.<br />
Tudo se foi. Meu Deus! o fado é torto!<br />
ele só traz tristeza e desencanto!<br />
 <br />
Os rios já começam a baixar,<br />
deixando destruição ali, e lama.<br />
desesperado o ribeirinho clama:<br />
&#8220;Nada ficou! Não posso continuar!&#8221;<br />
 <br />
No entanto há algo lindo na alma humana<br />
que é resistente a todas as desgraças.<br />
Nós, vivos, nunca somos só carcaças;<br />
ninguém no mundo por si só se dana.<br />
 <br />
Os sonhos, mesmo quando abandonados,<br />
são substituídos por uma outra lida.<br />
Do húmus vai brotar de novo a vida,<br />
vai renascer nos solos irrigados.</p>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante</strong></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/07/e-depois/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Extremamente interior</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/07/extremamente-interior/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/07/extremamente-interior/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 15:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=388</guid>
		<description><![CDATA[


 





Foto: Fenelon Neto



 

Meu absurdo amor, 
Minha paixão desvairada, 
blasfemada, mesquinha, tresloucada 
Latente! 
Meu grito ultrajado, silenciado, 
ultra exagerado, 
dispensa códigos, entrelinhas, censura!! 
Proclamo minhas emoções 
vividas, sonhadas, mal dormidas, adormecidas...
Eu publico todo o meu querer 
Meu bem querer, 
E deixo as lágrimas rolarem 
em curtos espaços do auto-conhecer 
pela face que não suporta o seu não estar... 
E eu em palavras buscando formas de ocultar 
numa folha acolhedora 
em formas de versos equivocados... 
E  se de repente mudar minhas palavras, 
Tudo virá à tona, 
Agora preciso entender as entrelinhas, 
composição ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Amanda-Dias.JPG"></a></p>
<div><tt><strong> </strong></tt></div>
<p><tt><strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_631" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: center; width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/fenelon-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-631" title="fenelon 3" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/fenelon-3-300x225.jpg" alt="Foto: Fenelon Neto" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Fenelon Neto</dd>
</dl>
</div>
</div>
<p> </p>
<p></strong></tt></p>
<p><tt>Meu absurdo amor, </tt><br />
<tt>Minha paixão desvairada, </tt><br />
<tt>blasfemada,</tt><tt> </tt><tt>mesquinha, tresloucada </tt><br />
<tt>Latente! </tt><br />
<tt>Meu grito ultrajado, silenciado, </tt><br />
<tt>ultra</tt><tt> </tt><tt>exagerado, </tt><br />
<tt>dispensa códigos, entrelinhas, censura!! </tt><br />
<tt>Proclamo minhas emoções </tt><br />
<tt>vividas, sonhadas, mal dormidas, adormecidas...</tt><br />
<tt>Eu publico todo o meu querer </tt><br />
<tt>Meu bem querer, </tt><br />
<tt>E deixo as lágrimas rolarem </tt><br />
<tt>em curtos espaços do auto-conhecer </tt><br />
<tt>pela face que não suporta o seu não estar... </tt><br />
<tt>E eu em palavras buscando formas de ocultar </tt><br />
<tt>numa folha acolhedora </tt><br />
<tt>em formas de versos equivocados... </tt><br />
<tt>E  se de repente mudar minhas palavras, </tt><br />
<tt>Tudo</tt><tt> virá à tona, </tt><br />
<tt>Agora preciso entender as entrelinhas, </tt><br />
<tt>composição extremamente interior...</tt></p>
<p style="text-align: center;"><tt></tt><strong><span style="font-family: Courier New;">Amanda Dias</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/07/extremamente-interior/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sintonia Capilar</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/07/sintonia-capilar/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/07/sintonia-capilar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 23:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[PROSAS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=249</guid>
		<description><![CDATA[





Foto: Renan Correia



Uns diriam: &#8220;São só meros cabelos&#8221;
Ousadia dizer tal descompasso
Fios de seda, todos querem tê-los
Sedas finas, quiçá, sem embaraço
Não canso, vislumbrar teus cabelos
É algo que me prende como laço
Nessa arte mantenho caros zelos
Dos teus fios perder sequer pedaço
Que tanta importância tem os cabelos?
Muda&#8230; não sei&#8230; resposta? Não traço
Escolhem olhos, boca, nariz, tornozelos
Porque não viram teu cabelo paço
As mechas que deslizam sobre pêlos
Das sobrancelhas que ardem em mormaço
Do rosto que carrega os cabelos
Que não canso de olhar quando passo
Fios desalinhados, quero vê-los
Não importa o tamanho embaraço
Pois há charme nos teus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<!-- ALL ADSENSE ADS DISABLED -->
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_636" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: center; width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/3494987022_6f2c8b117c_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-636" title="Foto de Renan Correia" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/3494987022_6f2c8b117c_b-300x225.jpg" alt="Foto: Renan Correia" width="300" height="225" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Renan Correia</dd>
</dl>
</div>
</div>
<p>Uns diriam: &#8220;São só meros cabelos&#8221;<br />
Ousadia dizer tal descompasso<br />
Fios de seda, todos querem tê-los<br />
Sedas finas, quiçá, sem embaraço</p>
<p>Não canso, vislumbrar teus cabelos<br />
É algo que me prende como laço<br />
Nessa arte mantenho caros zelos<br />
Dos teus fios perder sequer pedaço</p>
<p>Que tanta importância tem os cabelos?<br />
Muda&#8230; não sei&#8230; resposta? Não traço<br />
Escolhem olhos, boca, nariz, tornozelos<br />
Porque não viram teu cabelo paço</p>
<p>As mechas que deslizam sobre pêlos<br />
Das sobrancelhas que ardem em mormaço<br />
Do rosto que carrega os cabelos<br />
Que não canso de olhar quando passo</p>
<p>Fios desalinhados, quero vê-los<br />
Não importa o tamanho embaraço<br />
Pois há charme nos teus lindos cabelos<br />
Até no episódio mais esparso</p>
<p>Teus encantos, tu tentas desfazê-los<br />
Quando o boné insiste no fracasso<br />
De cobrir a beleza dos cabelos<br />
Que tanto gosto de ver esvoaço</p>
<p>O macio da seda, teus cabelos<br />
Não adianta, falo sem cansaço<br />
Teus cabelos, conceitos vem trazê-los<br />
Como mais puro mel do bom melaço</p>
<p>Frescor dos fios, Ah! Que desmantelos<br />
O negro nas mechas, um estilhaço<br />
Que me atinge quando vejo os cabelos<br />
Daquele jovem homem meninaço</p>
<p>Estou à toa? Cantando cabelos?<br />
Uns diriam&#8230; Isso é descompasso<br />
Os que dizem, insisto, tem que vê-los<br />
Pra comprovar relato que faço</p>
<p>Palavras nunca irão descrevê-los<br />
O recurso sempre será esparso<br />
Como posso findar sobre os cabelos<br />
Se os morfemas têm cunho escasso?</p>
<p>Madeixas, mechas, fios, ah..Cabelos<br />
Que importa? Tudo é capilar&#8230;<br />
Que importa se há sintonia ou não?<br />
Nada impedirá, vou transcrevê-los<br />
E no final, aguarde&#8230;<br />
Um dia ainda afagarei teus cabelos!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lenara Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiagui.com.br/2009/07/sintonia-capilar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
