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	<title>Piagui - Culturalista &#187; Letra da Vez&#8230;</title>
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	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
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		<title>Ei Deus (Hey God)</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 05:02:49 +0000</pubDate>
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Escute aqui: Hey God
O ano de 1995 gerou uma pérola para os fãs do grupo norte-americano Bon Jovi, assim como para os apreciadores do bom e velho rock n´roll. O disco These Days, um álbum socialmente crítico e com letras visivelmente mais complicadas e maduras do que as dos seus discos anteriores, ganhou vários prêmios e trouxe entre os seus hits a canção chamada Hey God, a escolhida deste mês. Composta pela dupla Jon Bon Jovi e Richie Sambora (cantor e guitarrista, respectivamente), a letra é um protesto contra as ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2119" title="hey god perfeita" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/10/hey-god-perfeita-299x300.jpg" alt="hey god perfeita" width="299" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escute aqui:</strong> <a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/10/01.-hey-god.mp3">Hey God</a></p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 1995 gerou uma pérola para os fãs do grupo norte-americano Bon Jovi, assim como para os apreciadores do bom e velho rock n´roll. O disco These Days, um álbum socialmente crítico e com letras visivelmente mais complicadas e maduras do que as dos seus discos anteriores, ganhou vários prêmios e trouxe entre os seus hits a canção chamada Hey God, a escolhida deste mês. Composta pela dupla Jon Bon Jovi e Richie Sambora (cantor e guitarrista, respectivamente), a letra é um protesto contra as diferenças sociais, a violência e a hipocrisia religiosa que circundam o mundo. Com uma carta indignada e direcionada a Deus e aos que fecham os olhos para os problemas da sociedade, eles provavam mais uma vez, que não eram apenas uma “banda festeira”, como muitos os tacharam nos anos 80 quando surgiram. </p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou apenas um homem insignificante<br />
Tenho uma esposa e família<br />
Mas quase perdi minha casa, pois a comprei de um sonho<br />
Nós mal estamos agüentando, enquanto estou me afundando<br />
Temos dois salários gastos para vivermos fora das ruas</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é uma mãe solteira trabalhadora,<br />
Como uma Santa ela não reclama<br />
Ela nunca diz palavra alguma, mas pensa que é culpada<br />
Seu filho acabou de ser condenado, ele matou um tira<br />
Ela fez o melhor para criá-lo, mas o mundo ficou no caminho</p>
<p style="text-align: justify;">Ei Deus, diga-me que diabos está acontecendo<br />
Parece que todas as boas coisas se acabaram<br />
Continua cada vez mais difícil agüentar<br />
Ei, ei, ei, ei Deus<br />
Você sabe que há noites em que quero gritar<br />
Nestes dias fica mais difícil acreditar em Você<br />
Eu sei o quanto Você deve estar ocupado<br />
Mas, ei, ei, ei, ei, Deus<br />
Você nunca pensa em mim?</p>
<p style="text-align: justify;">Nasceu no gueto em 1991, apenas uma criança feliz<br />
brincando sob o sol de verão<br />
Um desocupado vende sua diversão, aos 12 ele tem uma arma<br />
As chances estão contra ele, Junior não completa 21 anos</p>
<p style="text-align: justify;">Eu ficaria de joelhos,<br />
Eu estou experimentando isto do seu jeito<br />
Vendo um homem morrendo, orgulhoso demais para implorar,<br />
Cuspir em seu próprio túmulo<br />
Era tarde demais para salvá-lo?<br />
Você ao menos sabe o nome dele?<br />
Você é o único culpado?<br />
Eu tenho algo a dizer</p>
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		<title>Próximo Lar</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 05:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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              Escute aqui: Coming Home
              Coming Home (Próximo Lar), sem dúvidas, não foge à experimentação  apostada por Dave Mustaine em seu grupo Megadeth (Trash metal melódico), criado após a sua saída do Metallica, por conta de desavenças. A canção, embalada por violões, guitarras e violinos é um hino, ou melhor, uma celebração à candura. Com uma letra carregada de nostalgia e esperança, o cantor vai desaguando versos de forma condolente e apreensiva, deixando no ar lágrimas sonorizadas; o grupo norte-americano, que manteve suas atividades quase por findadas devido aos problemas ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/09/megadeth.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1453" title="megadeth" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/09/megadeth.jpg" alt="megadeth" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">              <strong>Escute aqui: <a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/09/15-Coming-Home.mp3">Coming Home</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>              Coming Home</em> (Próximo Lar), sem dúvidas, não foge à experimentação  apostada por Dave Mustaine em seu grupo <em>Megadeth</em> (<em>Trash metal</em> melódico), criado após a sua saída do Metallica, por conta de desavenças. A canção, embalada por violões, guitarras e violinos é um hino, ou melhor, uma celebração à candura. Com uma letra carregada de nostalgia e esperança, o cantor vai desaguando versos de forma condolente e apreensiva, deixando no ar lágrimas sonorizadas; o grupo norte-americano, que manteve suas atividades quase por findadas devido aos problemas contraídos pelo uso de drogas de Mustaine, surgiu na década de 80 e desde o primeiro álbum mostra limpidez e equilíbrio harmônio nas guitarras, com riffs pesados e muito bem harmonizados &#8211; audíveis. A história da banda Megadeth é, na realidade, em muitos aspectos, o da superação; “Próximo Lar”, por exemplo, é um convite aos ouvintes que não a conhecem.</p>
<p style="text-align: justify;">And today, I leave you<br />
(E hoje, eu deixei você)<br />
But I&#8217;ll be back someday<br />
(Mas eu irei voltar um dia)<br />
And as I fly away<br />
(E como eu vôo longe)<br />
My hope is that we&#8217;ll meet again<br />
(Meu desejo é que nós nos encontraremos novamente)<br />
I&#8217;m off to my home away from home<br />
(Eu estou fora de minha casa, distante de casa)<br />
I will miss you<br />
(Eu sentirei sua falta)<br />
But I know<br />
(Mas eu sei)<br />
I know you know<br />
(Eu sei, você sabe)</p>
<p style="text-align: justify;">I&#8217;m coming home to Arizona<br />
(Eu estou indo para casa, pro Arizona)<br />
I&#8217;m coming home to Arizona<br />
(Eu estou indo para casa, pro Arizona)</p>
<p style="text-align: justify;">I&#8217;ll take you everywhere I go<br />
(Eu a levarei em todos os lugares que eu for)<br />
I&#8217;ll show you everything I see<br />
(Eu vou mostrar você em todo lugar, que eu ver)<br />
And as we say so long<br />
(E como nós dizemos assim por muito tempo)<br />
I know your tears wish me well<br />
(Eu sei que suas lágrimas me desejam bem)<br />
It won&#8217;t be long till I&#8217;m back again<br />
(Não será longo até que eu esteja de volta de novo)<br />
We will meet again<br />
(Nos encontraremos de novo)<br />
We will meet again<br />
(Nós nos encontraremos de novo)<br />
You will see, oh<br />
(Você verá, oh)</p>
<p style="text-align: justify;">I&#8217;m coming home to Arizona<br />
(Eu estou indo para casa, pro Arizona)<br />
I&#8217;m coming home<br />
(Estou indo para casa)</p>
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		<title>Parabéns, Layne!</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 06:42:43 +0000</pubDate>
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            Se ainda fosse vivo, o jovem americano que modificou a forma de se enxergar o mundo através da música, Layne Thomas Staley, hoje, completaria 42 anos.  Layne foi, assim como os grandes artistas que se tornaram imortais em pouco tempo, um cometa que passou pela Terra e nos deixou saudades, inúmeras saudades&#8230; Mas o que mesmo dizer de um jovem que tão cedo alcançou a fama, dinheiro e esqueceu de cuidar de si? Assim foi Layne, viveu a arte que criava; viveu do ofício de seus versos e voz; ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1187" title="Layne" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Layne-231x300.jpg" alt="Layne" width="231" height="300" />            Se ainda fosse vivo, o jovem americano que modificou a forma de se enxergar o mundo através da música, Layne Thomas Staley, hoje, completaria 42 anos.  Layne foi, assim como os grandes artistas que se tornaram imortais em pouco tempo, um cometa que passou pela Terra e nos deixou saudades, inúmeras saudades&#8230; Mas o que mesmo dizer de um jovem que tão cedo alcançou a fama, dinheiro e esqueceu de cuidar de si? Assim foi Layne, viveu a arte que criava; viveu do ofício de seus versos e voz; viveu um mundo paralelo ao real em letras e melodias; viveu das suas inspirações e amou com muito sentimento uma mulher: Demri Parrot; o pilar principal de sua vida! Quando o músico se viu sem a sua Parrot, que faleceu por endocardite bacteriana, resolveu se isolar do mundo, na mais profunda depressão e durante esse tempo os fãs ficaram a ver navios, pouco tempo depois, foi encontrado em estado de putrefação, um choque para todos que esperavam o seu retorno. A causa? Overdose! Ouvir “Alice in Chains”, banda que pertencia ao movimento Grunge, é estar a par da identidade de Layne, e foi por isso que ela se tornou tão diferente, singular no cenário musical – cheia de letras carregadas de sentimentalismos, críticas sociais e com atmosfera pessimista, saudosista e depressiva. A própria voz, às vezes explosiva, aliada a uma melancolia que se funde, por hora, ao desespero humano, vai desenhando e reforçando as construções harmônicas do grupo. Peço licença neste singelo espaço, “Letra da Vez”, depois de um tempo afastado da escrita, por ter discorrido as curtas linhas acima, e deixo aos interessados uma canção que embalou, por muito tempo, a minha vida! Parabéns, Layne! (<strong>DCBC</strong>). </p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nutshell<br />
</strong>(Resumindo)</p>
<p>We chase misprinted lies<br />
(Nós perseguimos mentiras impressionantes,)<br />
We face the path of time<br />
(Nós enfrentamos o trajeto do tempo,)<br />
And yet I fight<br />
(No entanto eu luto)<br />
And yet I fight <br />
(No entanto eu luto,)<br />
This battle all alone <br />
(Esta batalha toda sozinho,)<br />
No one to cry to <br />
(Nenhum lugar para chorar,)<br />
No place to call home <br />
(Nenhum lugar para chamar de repouso,)  </p>
<p>My gift of self is raped,<br />
(No presente, meu ser é violado,)<br />
My privacy is raped<br />
(Minha privacidade é violada,)<br />
And yet I find<br />
(No entanto eu encontro,)<br />
And yet I find<br />
(No entanto eu encontro,)<br />
Repeating in my head<br />
(Repetida em minha cabeça&#8230;)<br />
If i can&#8217;t be my own<br />
(Se não posso ser meu próprio dono,)<br />
I&#8217;d feel better dead<br />
(Eu me sentiria melhor morto)</p>
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		<title>Acorde-me quando Setembro acabar</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 17:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Escute aqui: When September ends_ GreenDay
Nascida num mundo pós 11 de setembro de 2001 (data que ocorreu um dos maiores ataques terroristas que o mundo ocidental já conheceu), a canção “Wake me up When September Ends” cuja tradução do título é “Acorde-me quando Setembro acabar”, foi lançada em 2004 pela banda americana Green Day no álbum American Idiot. A música foi escrita pelo vocalista (e também guitarrista) Billie Joe Armstrong que, com a ajuda de outros membros da banda, viaja para sua turbulenta infância e reflete sobre o dia em ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wake-me-up.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1048" title="wake me up" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wake-me-up-300x300.jpg" alt="wake me up" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escute aqui: <a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/08/When-September-ends_-GreenDay.mp3">When September ends_ GreenDay</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nascida num mundo pós 11 de setembro de 2001 (data que ocorreu um dos maiores ataques terroristas que o mundo ocidental já conheceu), a canção “<strong>Wake me up When September Ends</strong>” cuja tradução do título é “<strong>Acorde-me quando Setembro acabar</strong>”, foi lançada em 2004 pela banda americana Green Day no álbum American Idiot. A música foi escrita pelo vocalista (e também guitarrista) Billie Joe Armstrong que, com a ajuda de outros membros da banda, viaja para sua turbulenta infância e reflete sobre o dia em que seu pai morreu, período que perdeu sua inocência. Como qualquer outro evento traumatizante, Billie Joe nunca realmente se recuperou, e não consegue acreditar que vinte anos já se passaram desde aquele dia. Apesar de já estar em melhor estado hoje, ele nunca irá esquecer em sua memória o que ocorreu. Armstrong associa a dor, com o mês de Setembro, no qual o seu pai morreu. Porém acabou cabendo “como uma luva” para o álbum, pois “American Idiot” consistiu numa oposição à administração do ex-presidente americano George W. Bush, e também à sociedade americana contemporânea em geral, como num trecho da faixa-titulo: &#8220;Bem, talvez eu seja um americano idiota/Não faço parte de uma agenda preconceituosa&#8221;, relacionando a rejeição da banda pelas atitudes de George W. Bush. O disco também é uma critica poderosa à invasão do Iraque e suas conseqüências, dentre elas a morte de muitos soldados americanos, deixando inúmeras famílias cada vez mais desacreditadas na política realizada, e assim como no passado Billie Joe perdera seu pai e ao mesmo tempo a inocência, muitos indivíduos perderiam entes queridos e suas inocências com o início da guerra.</p>
<p>O verão chegou e passou<br />
A inocência nunca dura<br />
Me acorde quando setembro acabar</p>
<p>Assim como meu pai se foi<br />
Sete anos passaram muito rápido<br />
Me acorde quando setembro acabar</p>
<p>Lá vem a chuva de novo<br />
Caindo das estrelas<br />
Encharcado na minha dor de novo<br />
Nos tornando quem nós somos.</p>
<p>Enquanto a minha memória descansa<br />
Mas nunca esquece o que eu perdi<br />
Me acorde quando setembro acabar</p>
<p>O verão chegou e passou<br />
A inocência nunca dura<br />
Me acorde quando setembro acabar</p>
<p>Toquem os sinos novamente<br />
Como fizemos quando a primavera começou<br />
Me acorde quando setembro acabar</p>
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		<title>Minha Alma</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 12:40:15 +0000</pubDate>
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Escute aqui: Minha Alma
            Minha Alma, uma música de trabalho lançada no álbum Lado B Lado A de 1999, foi uma das principais canções que levaram a banda O Rappa a explodir de vez no cenário musical; não que a banda já não fosse conhecida e admirada, mas a partir desse álbum  passou a ocupar um grande espaço nas rádios e canais de música. Uma composição de Marcelo Yuca, que ganhou vídeo clipe, que arrebatou no ano de 2000 os prêmios de videoclipe do ano, direção, direção de arte e ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/O-Rappa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-744" title="O Rappa" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/O-Rappa-300x191.jpg" alt="O Rappa" width="300" height="191" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escute aqui: <a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/O-Rappa-Minha-Alma.mp3">Minha Alma</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Minha Alma</strong>, uma música de trabalho lançada no álbum <em>Lado B Lado A</em> de 1999, foi uma das principais canções que levaram a banda O Rappa a explodir de vez no cenário musical; não que a banda já não fosse conhecida e admirada, mas a partir desse álbum  passou a ocupar um grande espaço nas rádios e canais de música. Uma composição de Marcelo Yuca, que ganhou vídeo clipe, que arrebatou no ano de 2000 os prêmios de videoclipe do ano, direção, direção de arte e edição na premiação <em>Vídeo Music Brasil</em><em> </em>da<em> </em><strong>MTV</strong><em>.</em> O vídeo com fotografia belíssima retrata a verdade nua e crua da intolerância e incompreensão, porém não apenas a estética e o desenvolvimento do vídeo foram os requisitos para tanto sucesso, pois a música além de nos embalar com uma bela melodia, ainda possui em sua letra uma cruel (porém sincera) reflexão sobre todo o significado das nossas vidas, ao tempo em que denuncia o desconforto causado pela violência psicológica e urbana.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Minha Alma</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A minha alma<br />
Tá armada e apontada<br />
Para cara do sossego<br />
Pois paz sem voz<br />
Paz sem voz<br />
Não é paz é medo</p>
<p>As vezes eu falo com a vida<br />
As vezes é ela quem diz:<br />
&#8220;Qual a paz<br />
Que eu não quero conservar<br />
Prá tentar ser feliz?&#8221;<br />
A minha alma<br />
Tá armada e apontada<br />
Para cara do sossego<br />
Pois paz sem voz<br />
Paz sem voz<br />
Não é paz é medo</p>
<p>As grades do condomínio<br />
São pra trazer proteção<br />
Mas também trazem a dúvida<br />
Se é você que está nessa<br />
Prisão&#8230;</p>
<p>Me abrace e me dê um beijo<br />
Faça um filho comigo<br />
Mas não me deixe sentar<br />
Na poltrona no dia<br />
De domingo&#8230;</p>
<p>Procurando novas drogas<br />
De aluguel<br />
Neste vídeo coagido<br />
É pela paz<br />
Que eu não quero seguir<br />
Admitido&#8230;</p>
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		<title>A Cidade</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 06:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Letra da Vez...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítico]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[

Escute aqui: A Cidade
 
          “Da Lama ao Caos” é o primeiro álbum da banda brasileira de manguebeat  Nação Zumbi, lançado em 1994. Disco marcado por uma crítica social consistente, trouxe no seu bojo canções que ficariam marcadas até os dias de hoje como &#8220;A Praieira&#8221;, &#8220;Computadores Fazem Arte&#8221;, a própria faixa título e também uma que escolhemos como destaque, que é a canção “A Cidade”. 
A Cidade
O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas
Não importa se são ruins, nem importa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_557" class="wp-caption alignleft" style="width: 308px"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Nação-Zumbi-e-Chico-Science.jpg"><img class="size-full wp-image-557" title="Nação Zumbi e Chico Science" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Nação-Zumbi-e-Chico-Science.jpg" alt="Nação Zumbi e Chico Science" width="298" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Nação Zumbi e Chico Science</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escute aqui: </strong><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Chico-Science-e-Nação-Zumbi-A-cidade.mp3">A Cidade</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">          “Da Lama ao Caos” é o primeiro álbum da banda brasileira de <em>manguebeat</em>  <strong>Nação Zumbi</strong>, lançado em 1994. Disco marcado por uma crítica social consistente, trouxe no seu bojo canções que ficariam marcadas até os dias de hoje como &#8220;A Praieira&#8221;, &#8220;Computadores Fazem Arte&#8221;, a própria faixa título e também uma que escolhemos como destaque, que é a canção “A Cidade”. </p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Cidade</strong></p>
<p>O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas<br />
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas<br />
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas<br />
Não importa se são ruins, nem importa se são boas<br />
E a cidade se apresenta centro das ambições<br />
Para mendigos ou ricos e outras armações<br />
Coletivos, automóveis, motos e metrôs<br />
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs</p>
<p>A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce<br />
A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce</p>
<p>A cidade se encontra prostituída<br />
Por aqueles que a usaram em busca de saída<br />
Ilusora de pessoas de outros lugares<br />
A cidade e sua fama vai além dos mares<br />
No meio da esperteza internacional<br />
A cidade até que não está tão mal<br />
E a situação sempre mais ou menos<br />
Sempre uns com mais e outros com menos</p>
<p>A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce<br />
A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce</p>
<p>Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu<br />
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tu<br />
Pra a gente sair da lama e enfrentar os urubu</p>
<p>Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu<br />
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tu<br />
Pra a gente sair da lama e enfrentar os urubu</p>
<p>Num dia de sol Recife acordou<br />
Com a mesma fedentina do dia anterior</p>
<p> A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce<br />
A cidade não pára, a cidade só cresce<br />
O de cima sobe e o de baixo desce.</p>
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		<title>Lucky Man (Homem de Sorte)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 04:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Letra da Vez...]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[


 Escute aqui: Lucky Man
          “Emerson, Lake &#38; Palmer&#8221;, no final da década de 1960 impressionava pelo seu estilo avesso ao mercado musical, com canções melódicas, arranjos baseados em músicas clássicas; além da bateria desmistificar o estereótipo de acompanhar a guitarra, às vezes confundindo-se, numa seqüência combinatória, fraseada pela voz harmônica e quase feminina de Greg Lake. Nesta canção percebemos uma letra de conteúdo medievalesco, relata um jovem que deixa a amada, indo à guerra, e com rimas ricas o verso encerra com a morte deste sonhador que, atingido, chora ao ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Emerson-Lake-Palmer.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-417" title="Emerson, Lake &amp; Palmer" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Emerson-Lake-Palmer.bmp" alt="Emerson, Lake &amp; Palmer" width="203" height="177" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Escute aqui: </strong><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Lucky-Man.mp3">Lucky Man</a></p>
<p style="text-align: justify;">          “Emerson, Lake &amp; Palmer&#8221;, no final da década de 1960 impressionava pelo seu estilo avesso ao mercado musical, com canções melódicas, arranjos baseados em músicas clássicas; além da bateria desmistificar o estereótipo de acompanhar a guitarra, às vezes confundindo-se, numa seqüência combinatória, fraseada pela voz harmônica e quase feminina de Greg Lake. Nesta canção percebemos uma letra de conteúdo medievalesco, relata um jovem que deixa a amada, indo à guerra, e com rimas ricas o verso encerra com a morte deste sonhador que, atingido, chora ao ver o sangue e cai.</p>
<p style="text-align: center;">Lucky Man<br />
(Homem de Sorte)</p>
<p>He had white horses,<br />
(Ele tinha cavalos brancos,)<br />
and ladies by the score<br />
(E senhoras pela contagem)<br />
All dressed in satin,<br />
(Todas vestidas em seda)<br />
and waiting by the door<br />
(E esperando na porta)</p>
<p> ooh, what a lucky man he was,<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)<br />
ooh, what a lucky man he was.<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)</p>
<p>White lace and feathers,<br />
(Laço branco e penas,)<br />
they made up his bed<br />
(Elas enfeitavam sua cama)<br />
A gold-covered mattress,<br />
(Um colchão coberto de ouro)<br />
on which he was laid<br />
(No qual ele deitava)</p>
<p> He went to fight wars,<br />
(Ele foi lutar na Guerra)<br />
for his country and his king<br />
(Por seu pais e seu rei)<br />
For his honor and his glory,<br />
(Por sua honra e por sua glória,)<br />
the people would sing<br />
(As pessoas cantariam)</p>
<p> ooh, what a lucky man he was,<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)<br />
ooh, what a lucky man he was.<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)</p>
<p> <br />
A bullet had found him,<br />
(Uma balada o achou)<br />
his blood ran as he cried<br />
(Seu sangue correu enquanto ele chorava)<br />
no money could save him,<br />
(Nenhum dinheiro poderia salvá-lo,)<br />
so he laid down and he died<br />
(Então ele se deitou e morreu)</p>
<p>ooh, what a lucky man he was,<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)<br />
ooh, what a lucky man he was.<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)</p>
<p> ooh, what a lucky man he was,<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era,)<br />
ooh, what a lucky man he was.<br />
(Ooh, que homem de sorte ele era.)</p>
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		<title>Geni e o Zepelim</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2009/07/geni-e-o-zepelim/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2009/07/geni-e-o-zepelim/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 03:42:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[Letra da Vez...]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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Escute aqui: Geni e o Zepelim
          Chico Buarque apresentou aos seus fãs, em 1978, uma forte crítica social em forma de canção intitulada Geni e o Zepelim. Numa alusão aos mais variados segmentos sociais, sejam eles religiosos ou políticos, que durante a história utilizaram-se das camadas mais desfavorecidas da sociedade em prol de seus interesses, e que, quando enfim alcançados, abandonaram “à própria sorte”. É pertencente ao famoso musical a Ópera do Malandro, de onde também saíram músicas marcantes como Teresinha, O meu amor, Pedaço de mim:
                                   Geni e o Zepelim
De ...]]></description>
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<div id="attachment_367" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Chico-Buarque.jpg"><img class="size-medium wp-image-367" title="Chico Buarque" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Chico-Buarque-216x300.jpg" alt="Chico Buarque" width="216" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Chico Buarque</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Escute aqui: </strong><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Chico-Buarque-Geni-e-o-Zepelim.mp3">Geni e o Zepelim</a></p>
<p style="text-align: justify;">          Chico Buarque apresentou aos seus fãs, em 1978, uma forte crítica social em forma de canção intitulada <strong>Geni e o Zepelim. </strong>Numa alusão aos mais variados segmentos sociais, sejam eles religiosos<strong> </strong>ou políticos<strong>, </strong>que durante a história utilizaram-se das camadas mais desfavorecidas da sociedade em prol de seus interesses, e que, quando enfim alcançados, abandonaram “à própria sorte”. É pertencente ao famoso musical a <em>Ópera do Malandro, </em>de onde também saíram músicas marcantes como <em>Teresinha</em>, <em>O meu amor</em>, <em>Pedaço de mim</em>:</p>
<p>                                   Geni e o Zepelim</p>
<p>De tudo que é nego torto<br />
Do mangue e do cais do porto<br />
Ela já foi namorada<br />
O seu corpo é dos errantes<br />
Dos cegos, dos retirantes<br />
É de quem não tem mais nada<br />
Dá-se assim desde menina<br />
Na garagem, na cantina<br />
Atrás do tanque, no mato<br />
É a rainha dos detentos<br />
Das loucas, dos lazarentos<br />
Dos moleques do internato<br />
E também vai amiúde<br />
Com os velhinhos sem saúde<br />
E as viúvas sem porvir<br />
Ela é um poço de bondade<br />
E é por isso que a cidade<br />
Vive sempre a repetir</p>
<p>Joga pedra na Geni<br />
Joga pedra na Geni<br />
Ela é feita pra apanhar<br />
Ela é boa de cuspir<br />
Ela dá pra qualquer um<br />
Maldita Geni</p>
<p>Um dia surgiu, brilhante<br />
Entre as nuvens, flutuante<br />
Um enorme zepelim<br />
Pairou sobre os edifícios<br />
Abriu dois mil orifícios<br />
Com dois mil canhões assim<br />
A cidade apavorada<br />
Se quedou paralisada<br />
Pronta pra virar geléia<br />
Mas do zepelim gigante<br />
Desceu o seu comandante<br />
Dizendo &#8211; Mudei de idéia<br />
- Quando vi nesta cidade<br />
- Tanto horror e iniqüidade<br />
- Resolvi tudo explodir<br />
- Mas posso evitar o drama<br />
- Se aquela formosa dama<br />
- Esta noite me servir</p>
<p>Essa dama era Geni<br />
Mas não pode ser Geni<br />
Ela é feita pra apanhar<br />
Ela é boa de cuspir<br />
Ela dá pra qualquer um<br />
Maldita Geni</p>
<p>Mas de fato, logo ela<br />
Tão coitada e tão singela<br />
Cativara o forasteiro<br />
O guerreiro tão vistoso<br />
Tão temido e poderoso<br />
Era dela, prisioneiro<br />
Acontece que a donzela<br />
- e isso era segredo dela<br />
Também tinha seus caprichos<br />
E a deitar com homem tão nobre<br />
Tão cheirando a brilho e a cobre<br />
Preferia amar com os bichos<br />
Ao ouvir tal heresia<br />
A cidade em romaria<br />
Foi beijar a sua mão<br />
O prefeito de joelhos<br />
O bispo de olhos vermelhos<br />
E o banqueiro com um milhão</p>
<p>Vai com ele, vai Geni<br />
Vai com ele, vai Geni<br />
Você pode nos salvar<br />
Você vai nos redimir<br />
Você dá pra qualquer um<br />
Bendita Geni</p>
<p>Foram tantos os pedidos<br />
Tão sinceros, tão sentidos<br />
Que ela dominou seu asco<br />
Nessa noite lancinante<br />
Entregou-se a tal amante<br />
Como quem dá-se ao carrasco<br />
Ele fez tanta sujeira<br />
Lambuzou-se a noite inteira<br />
Até ficar saciado<br />
E nem bem amanhecia<br />
Partiu numa nuvem fria<br />
Com seu zepelim prateado<br />
Num suspiro aliviado<br />
Ela se virou de lado<br />
E tentou até sorrir<br />
Mas logo raiou o dia<br />
E a cidade em cantoria<br />
Não deixou ela dormir</p>
<p>Joga pedra na Geni<br />
Joga bosta na Geni<br />
Ela é feita pra apanhar<br />
Ela é boa de cuspir<br />
Ela dá pra qualquer um<br />
Maldita Geni</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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