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	<title>Piagui - Culturalista &#187; Curiosidades</title>
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	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
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		<title>Marco Zero</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 03:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Localizado no Centro da cidade de Parnaíba (PI), é um projeto de autoria do engenheiro João Carvalho Aragão, na administração do prefeito Mirócles Véras, década de 30. Marca o início da distância de Parnaíba para outras cidades. Na época, no lugar, existiam dois jardins divididos por uma rua: Landri Sales e Largo do Rosário; isso até a administração do prefeito Batista Silva, final da década de 70 e início da de 80, que, em um novo e ousado projeto, resolveu unificar os dois jardins, resultando na atual Praça da Graça.
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3761" title="Marco Zero" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Marco-Zero-300x197.jpg" alt="Marco Zero" width="300" height="197" />Localizado no Centro da cidade de Parnaíba (PI), é um projeto de autoria do engenheiro João Carvalho Aragão, na administração do prefeito Mirócles Véras, década de 30. Marca o início da distância de Parnaíba para outras cidades. Na época, no lugar, existiam dois jardins divididos por uma rua: Landri Sales e Largo do Rosário; isso até a administração do prefeito Batista Silva, final da década de 70 e início da de 80, que, em um novo e ousado projeto, resolveu unificar os dois jardins, resultando na atual Praça da Graça.</p>
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		<title>Museu do Trem do Piauí</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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            O Museu do Trem do Piauí foi inaugurado no dia 15 de agosto de 2002, em parceria com a Rede Ferroviária Federal S/A, na gestão do então prefeito municipal de Parnaíba, Paulo Eudes Carneiro. Segundo Benjamim Santos, idealizador do projeto ( avaliado em R$ 65.616,00): “[...] o Museu do Trem do Piauí é um mergulho de profundidade numa época em que o trem exerceu papel de relevo no desenvolvimento de nossas cidades”. Recentemente foi reformado pela atual administração (prefeito José Hamilton Furtado Castelo Branco). Assim como a “Maria Fumaça”, ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3531" title="DSC00508" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC00508-300x225.jpg" alt="DSC00508" width="300" height="225" />            O Museu do Trem do Piauí foi inaugurado no dia 15 de agosto de 2002, em parceria com a Rede Ferroviária Federal S/A, na gestão do então prefeito municipal de Parnaíba, Paulo Eudes Carneiro. Segundo Benjamim Santos, idealizador do projeto ( avaliado em R$ 65.616,00): “[...] o Museu do Trem do Piauí é um mergulho de profundidade numa época em que o trem exerceu papel de relevo no desenvolvimento de nossas cidades”. Recentemente foi reformado pela atual administração (prefeito José Hamilton Furtado Castelo Branco). Assim como a “Maria Fumaça”, está localizado na Esplanada da Estação e oferece aos visitantes um contato próximo com equipamentos e peças antigas da linha de ferro do Piauí, além de móveis da extinta RFFSA, documentos e acervo fotográfico. Conhecê-lo, portanto, é assistir de perto um importante trecho da história piauiense.</p>
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		<title>Cronologia histórica das Escolas de Samba vencedoras em Parnaíba</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 02:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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ÚLTIMOS 18 ANOS
1993 – Escola de Samba Unidos da Parnaíba;
1994 – Escola de Samba Unidos da Parnaíba;
1995 – Escola de Samba Unidos da Parnaíba;
1996 – Escola de Samba Unidos dos Tucuns;
1997 – Escola de Samba Unidos de São José;
1998 – Escola de Samba Unidos de São José;
1999 – Escola de Samba Império do Cais;
2000 – Escola de Samba Império do Cais;
2001 – Escola de Samba Império do Cais;
2002 – Escola de Samba Império do Cais;
2003 – Escola de Samba Império do Cais;
2004 – Escola de Samba Império do Cais;
2005 – ...]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong>ÚLTIMOS 18 ANOS</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>1993 – </strong>Escola de Samba Unidos da Parnaíba;<br />
<strong>1994 – </strong>Escola de Samba Unidos da Parnaíba;<br />
<strong>1995 – </strong>Escola de Samba Unidos da Parnaíba;<br />
<strong>1996 – </strong>Escola de Samba Unidos dos Tucuns;<br />
<strong>1997 – </strong>Escola de Samba Unidos de São José;<br />
<strong>1998 – </strong>Escola de Samba Unidos de São José;<br />
<strong>1999 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2000 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2001 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2002 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2003 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2004 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2005 – </strong>Escola de Samba Unidos da Ponte;<br />
<strong>2006 – </strong>Escola de Samba Unidos da Ponte;<br />
<strong>2007 – </strong>Escola de Samba Unidos da Ponte;<br />
<strong>2008 – </strong>Escola de Samba Império do Cais;<br />
<strong>2009 –</strong> Escola de Samba Nova Parnaíba no Samba;<br />
<strong>2010 – </strong>Escola de Samba Unidos da Ponte.</p>
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		<title>A Maçã</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 15:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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            No ano de 1922 o escritor maranhense, Humberto de Campos, usando o pseudônimo “Conselheiro XX”, dirigiu o periódico semanário “A Maçã”. Alvo de muita censura, por seu teor satírico e picante, lançou em fevereiro do mesmo ano o número dois dedicado ao Carnaval, cuja capa, inusitada, deu no que falar entre os tradicionalistas.
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3355" title="A Maçã" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/A-Maçã-212x300.jpg" alt="A Maçã" width="212" height="300" />            No ano de 1922 o escritor maranhense, Humberto de Campos, usando o pseudônimo “Conselheiro XX”, dirigiu o periódico semanário “A Maçã”. Alvo de muita censura, por seu teor satírico e picante, lançou em fevereiro do mesmo ano o número dois dedicado ao Carnaval, cuja capa, inusitada, deu no que falar entre os tradicionalistas.</p>
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		<title>Curiosidades de Carnaval</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 03:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Não se sabe ao certo quando e como o Carnaval começou a ser comemorado em Parnaíba]]></category>
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              Não se sabe ao certo quando e como o Carnaval começou a ser comemorado em Parnaíba, todavia, os primeiros relatos escritos partiram do maranhense Humberto de Campos, quando em seu livro “Reminiscências” revelou a crônica “O Carnaval em Parnaíba”, relatando os idos pelos anos de 1894 a 1901, já publicada neste veículo (edição n.º4 – fevereiro de 2008). Recentemente, o parnaibano Marc Theophile Jacob, escrevendo sobre o seu pai, o francês Roland Jacob, no texto “A Pequena e Brava Família Jacob” registrou outro importante dado: “Papai era um animado ...]]></description>
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<div id="attachment_3314" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3314" title="Cassino 24 de janeiro" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Cassino-24-de-janeiro-300x220.jpg" alt="Cassino 24 de janeiro" width="300" height="220" /><p class="wp-caption-text">Cassino 24 de janeiro</p></div>
<p style="text-align: justify;">              Não se sabe ao certo quando e como o Carnaval começou a ser comemorado em Parnaíba, todavia, os primeiros relatos escritos partiram do maranhense Humberto de Campos, quando em seu livro “Reminiscências” revelou a crônica “O Carnaval em Parnaíba”, relatando os idos pelos anos de 1894 a 1901, já publicada neste veículo (edição n.º4 – fevereiro de 2008). Recentemente, o parnaibano Marc Theophile Jacob, escrevendo sobre o seu pai, o francês Roland Jacob, no texto “A Pequena e Brava Família Jacob” registrou outro importante dado: “Papai era um animado folião, chegando até a ser o Rei Momo de um carnaval em Parnaíba, mas antes desta época, era hábito seu e de empresários seus amigos se reunirem no carnaval para brincarem juntos, desfilando em carros abertos, jogando serpentinas e goma de mandioca nos outros foliões. Era uma época de carnaval de rua e de clubes muito animados em Parnaíba, quando toda a população, de uma certa forma se nivelava durante o folguedo de Momo, brincando sem violência”; se referia, pois, o Sr. Marc, ao carnaval parnaibano da primeira metade do século XX.<br />
            • O carnavalesco Joaquim Costa (Simpatia) foi o pioneiro, em Parnaíba, na arte de levar para a avenida as fantasias mais curiosas como a “Casa da Roça”, o “Bloco do Urso”, a “Casinha do Marambaia”, “Chiquinha Bacana” e, a mais famosa, a “Zebra”.<br />
            • A I Parada Gay de Parnaíba foi criada (em parceria com o grupo Guará) pela Secretaria Municipal da Cultura em fevereiro de 2007. A II Parada aconteceu no ano passado. A Secretaria Municipal da Cultura também criou, ainda, no ano de 2005, o I Carnaval nos bairros de Parnaíba (Guarita, Lagoa do Portinho, Bairro São José, Quadra do Ipase, Conjunto Betânia, Avenida Pinheiro Machado, Avenida São Sebastião, Pedra do Sal, Beira-Rio, Avenida Chagas Rodrigues etc.).<br />
            • O Cassino 24 de Janeiro, o Igara Clube (fundado no dia 23 de setembro de 1953 e inaugurado no dia 12 de novembro de 1962), AABB, SESC, Clube do Trabalhador, Fluminense, Ferroviário (criado em 1947), Lions Clube em Luís Correia e Country Clube foram palco dos grandes carnavais de Parnaíba, durante décadas.<br />
            • Em 1937, o romantismo e as belas fantasias já se sobressaíam no carnaval parnaibano.<br />
            • Entre as décadas de 80 e 90 os desfiles de blocos carnavalescos, assim como os desfiles cívicos, em Parnaíba se realizaram na Avenida Capitão Claro.<br />
            • A partir de 2005, as escolas de samba e blocos carnavalescos de Parnaíba passaram a receber as maiores premiações da história do carnaval piauiense.</p>
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		<title>As Escolas de Samba e suas divisões</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 03:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[As Escolas de Samba e suas divisões]]></category>

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		<description><![CDATA[

BATERIA: Também considerada o coração de qualquer Escola, é que marca o compasso de todos os integrantes do conjunto. Deve estar em perfeita harmonia e compassar o ritmo, de maneira criativa, do hino defendido.
SAMBA-ENREDO: É tido como uma variação do samba, surgiu em 1930 no Carnaval carioca justamente para embalar os desfiles de avenida. Cabe ainda ressaltar que samba-enredo só é samba-enredo quando está em harmonia com o enredo original da Escola. O critério de avaliação observa a criatividade e a poesia.
HARMONIA: Nada mais é que a sonorização perfeita entre ...]]></description>
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<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/aaaa.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-3308" title="Foto: Ribamar Aragão" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/02/aaaa.bmp" alt="Foto: Ribamar Aragão" /></a>BATERIA</strong>: Também considerada o coração de qualquer Escola, é que marca o compasso de todos os integrantes do conjunto. Deve estar em perfeita harmonia e compassar o ritmo, de maneira criativa, do hino defendido.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>SAMBA-ENREDO: </strong>É tido como uma variação do samba, surgiu em 1930 no Carnaval carioca justamente para embalar os desfiles de avenida. Cabe ainda ressaltar que samba-enredo só é samba-enredo quando está em harmonia com o enredo original da Escola. O critério de avaliação observa a criatividade e a poesia.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>HARMONIA: </strong>Nada mais é que a sonorização perfeita entre todos os instrumentos musicais com o canto de todos que compõem a Escola, em conjunto com a dança, que deve acompanhar o ritmo. Como um dos quesitos de avaliação de um desfile, o julgamento geralmente observa a cadência e a musicalidade, deve existir um equilíbrio entre as vozes femininas com as masculinas. A harmonia é divida de três formas: canto (letra e melodia); samba (sincronização de samba com ritmo) e ritmo (manutenção e permanência de danças e instrumentos).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>EVOLUÇÃO: </strong>É o carro-chefe de todo desfile. Nela a Escola deve mostrar carisma, elegância, animação, organização e harmonia. É dividida, a critério de julgamento, em: vigor (concentração e manutenção dos passadistas); empolgação (como o próprio diz); vibração (constante ânimo); agilidade (desenvoltura); precisão (sincronização coreográfica); espontaneidade; elegância e criatividade.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>ENREDO: </strong>É a temática do desfile de uma Escola, contando com os recursos disponíveis: dramatização, música e beleza plástica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>FANTASIA: </strong>Neste tópico a avaliação consiste na apreciação da criatividade usada para vestimentas que deve estar de acordo com o tema-enredo utilizado nos desfiles. Ainda são avaliados a praticidade das fantasias, que devem facilitar os movimentos e, ao mesmo tempo, esbanjar exuberância. A regra pode ser exceção para os componentes da Comissão de Frente, que podem atuar à maneira da Escola ou nos trajes tradicionais.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>COMISSÃO DE FRENTE: </strong>Como dito, é de sua propriedade a escolha pelos trajes a rigor ou tradicionais. Entre as funções que lhe é reservada está a saudação a toda a mesa julgadora em nome da Diretoria, pedindo, logo em seguida, passagem para a agremiação. É dever da Comissão de Frente comportar-se de forma gentil e elegante, acariciando o público com cumprimentos e simpatia. Na evolução do desfile, poderá situar-se em dois pontos diferentes: puxando a agremiação ou atrás do Abre-alas.  </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA:</strong> Carregam, com todo respeito e reverência o símbolo maior da Escola, a Bandeira. É função do Mestre-Sala, durante todo o desfile, cortejar a Porta-Bandeira, demonstrando elegância e respeito ao pavilhão. É o único par da Escola que não samba, mas dançam livremente ao compasso da criatividade e do improviso, os passos criados devem manter-se em harmonia e coordenação que demonstre um conjunto e não o individualismo.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>ALEGORIAS E ADEREÇOS: </strong>É a arte plástica que embeleza e cria a magia de um desfile, deve ser original, criativa e devem causar boa impressão, transmitindo, sem muito esforço, a tema do Enredo. São critérios de avaliação a ilustração e os acabamentos, que devem ser bastante criteriosos. Em geral, deve causar efeito, ou seja, impacto positivo em relação a adequação e utilização de materiais para as confecções.</p>
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		<title>Hino ao Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 03:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[QUADROS]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Feliciano de Castilho]]></category>
		<category><![CDATA[Hino ao Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[


 
Trabalhai, meus irmãos, que o trabalho
Nos dá vida, saúde e vigor
E da orquestra da serra do malho
Brotam hinos, cidades e amor.
No regaço de luxo a opulência
Os cansaços do ócio maldiz
Entre as lidas sorri a indigência
Com pão negro se julga feliz.
Deus incumbe ao pecado fadiga
Até na pena sorri o paternal
O que vence a preguiça inimiga
Reconquista o Éden terreal.
Trabalhai, meus irmãos, que o trabalho
Nos dá vida, saúde e vigor
E da orquestra da serra do malho
Brotam hinos, cidades e amor.
Cai opróbrio no vil ocioso
Que deserda o presente e o provir
Só à noite compete ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3049" title="Antonio Feliciano de Castilho" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Antonio_Feliciano_de_Castilho-263x300.jpg" alt="Antonio Feliciano de Castilho" width="263" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">Trabalhai, meus irmãos, que o trabalho<br />
Nos dá vida, saúde e vigor<br />
E da orquestra da serra do malho<br />
Brotam hinos, cidades e amor.</p>
<p style="text-align: center;">No regaço de luxo a opulência<br />
Os cansaços do ócio maldiz<br />
Entre as lidas sorri a indigência<br />
Com pão negro se julga feliz.</p>
<p style="text-align: center;">Deus incumbe ao pecado fadiga<br />
Até na pena sorri o paternal<br />
O que vence a preguiça inimiga<br />
Reconquista o Éden terreal.</p>
<p style="text-align: center;">Trabalhai, meus irmãos, que o trabalho<br />
Nos dá vida, saúde e vigor<br />
E da orquestra da serra do malho<br />
Brotam hinos, cidades e amor.</p>
<p style="text-align: center;">Cai opróbrio no vil ocioso<br />
Que deserda o presente e o provir<br />
Só à noite compete o repouso<br />
Só aos mortos o eterno dormir.</p>
<p style="text-align: center;">Mar e terra ar e céu tudo lida<br />
Deus a todos pôs nus e deu mãos<br />
Lei suprema o trabalho é na vida<br />
Trabalhai, trabalhai meus irmãos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Antônio Feliciano de Castilho</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>60 anos do Convento de São Sebastião (08.12.1949)</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 03:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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            No dia oito deste mês comemoraram-se os 60 anos do Convento de São Sebastião (Parnaíba-PI). A gratidão desta obra deve-se aos freis  Heliodoro de Inzago e Francisco de Chiravalle.
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2885" title="Digitalizar0004" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Digitalizar0004-300x208.jpg" alt="Digitalizar0004" width="300" height="208" />            No dia oito deste mês comemoraram-se os 60 anos do Convento de São Sebastião (Parnaíba-PI). A gratidão desta obra deve-se aos freis  Heliodoro de Inzago e Francisco de Chiravalle.</p>
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		<title>Algumas curiosidades acerca do Trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 03:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
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• No século XIX e nas primeiras décadas do século XX, raras eram as legislações que amparavam os trabalhadores, por conta do nascente processo de industrialização;
• A maioria das leis considerava as greves e protestos como casos de polícia. Trabalhadores eram presos e interrogados por reivindicarem direitos trabalhistas;
• Com a chegada de Getúlio Vargas ao governo, em 1930, foi quebrado o esquema excludente dos direitos trabalhistas da Primeira República;
• Em 1932, Getúlio Vargas estabelece a jornada de trabalho de oito horas e licença maternidade de 12 semanas;
• Em 1932, ele ...]]></description>
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<div id="attachment_2608" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2608" title="VV1057" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/VV1057-300x237.jpg" alt="Foto: Underwood &amp; Underwood/CORBIS" width="300" height="237" /><p class="wp-caption-text">Foto: Underwood &amp; Underwood/CORBIS</p></div>
<p style="text-align: justify;">• No século XIX e nas primeiras décadas do século XX, raras eram as legislações que amparavam os trabalhadores, por conta do nascente processo de industrialização;<br />
• A maioria das leis considerava as greves e protestos como casos de polícia. Trabalhadores eram presos e interrogados por reivindicarem direitos trabalhistas;<br />
• Com a chegada de Getúlio Vargas ao governo, em 1930, foi quebrado o esquema excludente dos direitos trabalhistas da Primeira República;<br />
• Em 1932, Getúlio Vargas estabelece a jornada de trabalho de oito horas e licença maternidade de 12 semanas;<br />
• Em 1932, ele cria a Justiça do Trabalho e prevê as linhas da organização sindical, que torna os sindicatos dependentes do Estado;<br />
• Em 1940, já previsto na Constituição de 1934, o salário mínimo é instituído por meio de um decreto-lei de Vargas. No mesmo período, é estabelecido o imposto sindical – a contribuição anual obrigatória correspondente a um dia de trabalho que todo o empregado, sindicalizado ou não deve pagar;<br />
• Em 1942, Getúlio Vargas funda o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) para contribuir com a formação de mão-de-obra especializada para o setor industrial;<br />
• Em 1.º de maio de 1943, o governo Vargas cria o Serviço Social da Indústria (SESI). No mesmo ano, implanta um novo conjunto de normas trabalhistas, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que sistematiza e amplia a legislação sobre as relações trabalhistas. Os sindicatos são oficializados e reconhecidos, mas transforma-se em instrumentos de pressão e controle do governo sobre os trabalhadores;<br />
• Na Constituição de 1988, foram confirmados avanços trabalhistas – como as férias remuneradas e o 13.º salário, por exemplo.</p>
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		<title>O primeiro acidente de carro do Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 04:38:36 +0000</pubDate>
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Para começar, o primeiro carro no mundo rodou no dia dois de julho de 1771, conseguia atingir apenas a velocidade de quatro quilômetros por hora. No País, o primeiro brasileiro a ter um carro foi Santos Dumont, 122 anos depois, portanto, 1893. E em 1897, curtos quatro anos depois, o primeiro “premiado” a provocar acidente com o inovador veículo de condução foi o poeta Olavo Bilac que, por barbeiragem, atingiu uma árvore na Estrada Velha da Tijuca, Rio de Janeiro; para piorar a situação, o carro não era dele, mas ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2278" title="Olavo Bilac e José do Patrocínio" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Olavo-Bilac-e-José-do-Patrocínio-110x300.jpg" alt="Olavo Bilac e José do Patrocínio" width="69" height="179" />Para começar, o primeiro carro no mundo rodou no dia dois de julho de 1771, conseguia atingir apenas a velocidade de quatro quilômetros por hora. No País, o primeiro brasileiro a ter um carro foi Santos Dumont, 122 anos depois, portanto, 1893. E em 1897, curtos quatro anos depois, o primeiro “premiado” a provocar acidente com o inovador veículo de condução foi o poeta Olavo Bilac que, por barbeiragem, atingiu uma árvore na Estrada Velha da Tijuca, Rio de Janeiro; para piorar a situação, o carro não era dele, mas do, jornalista e escritor, e seu amigo, José do Patrocínio. </p>
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