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PROSAS

Crônicas, PROSAS »

[8 Mar 2010 | Sem comentários | ]
Meus tempos de editor

Solenidade de lançamento de livros e revista, vendo-se o prefeito Wall Ferraz, a presidente da FCMC, dona Eugênia Ferraz, Fábio Costa, Elmar Carvalho e o poeta Hardi Filho
Postado por Poeta Elmar Carvalho às 04:34 0 comentários  
quinta-feira
Os Literatos e a República: Clodoaldo Freitas, Higino Cunha e as Tiranias do Tempo, de Teresinha Queiroz
Esta madrugada, sonhei com a minha gestão à frente da presidência do Conselho Editorial da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, quando fui o coordenador de Editoração dessa entidade. Aproveitei para dar uma olhada em algumas das obras de que …

Crônicas, PROSAS »

[8 Mar 2010 | Sem comentários | ]
A televisão: os dois lados da moeda

          Tudo o que se passa na televisão pode ser considerado uma forma de transmitir cultura? Sabemos que ela é capaz de passar diversos artigos como, notícias do país onde vivemos e o mundo, nos mantêm a par de informações diárias sobre uma infinidade de gêneros: música, esportes, cinema, entre outros, alimentando o intelecto de milhões de espectadores.
          Porém, a TV é uma faca de dois gumes, pois traz à tona certos programas  que mostram situações impróprias  para o horário nobre, além de ser, às vezes, fonte de má influência para …

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[2 Mar 2010 | Sem comentários | ]
A maldição do poeta

Lobo solitário
e maldito das estepes
nas quais nunca estive,
açoitado pelos estiletes do vento e do frio,
uivando para a Lua
que jamais verei porque
para não a ver
meus próprios olhos ceguei.
Cão danado
cão condenado
por si mesmo
a uma eternidade
de trabalho forçado.
Judeu errante
e sem remissão
– por sobre desertos de areia e de gelo –
fugindo sempre
de si mesmo.
Poeta maldito
até a infinita geração.
Cosmopolita proscrito
das fronteiras do
tudo e do nada.
Prometeu acorrentado
dilacerado pelas aves
agourentas e de rapinas
que saíram de seu cérebro
– caldeirão vulcânico
em contínua erupção –
a vomitar monstros e fantasmas
de milhares de membros e cabeças.
Elmar Carvalho

PROSAS, Poéticas »

[1 Mar 2010 | Sem comentários | ]
Sonhos de uma noite de curtição

E no meu mundo sonhar ainda era possível.
Como que para fugir da realidade
Fechava os olhos e me lançava no abismo do desconhecido.
Canções embalam meus pensamentos
E fervem minhas idéias,
Cada vez mais paranóico,
Sempre perdendo um pouco do meu lado bom,
Conservando o meu espírito aventureiro,
Sem esquecer de matar vontades e saciar minha sede de sangue novo.
Fora do real ninguém pode me ferir,
Nada me atinge e continuo forte,
Sonhos nada comuns,
Mortes reais,
Eu com sorte de sobra
E azar para os vampiros sentimentais,
Sugue o meu mal,
Sintam meu ódio
E morram envenenados com meu sangue podre.
Sonho para fugir,
Acordo forte …

Contos, PROSAS »

[25 Feb 2010 | Sem comentários | ]
Surrealismo

              Quando voltei para casa, recebi a informação de que havia chegado uma encomenda para mim. Era uma encomenda vinda aparentemente de outro país, pelo tipo das estampas dos selos. O meu endereço estava correto, em caracteres normais, porém o endereçamento do remetente era feito em letras exóticas, que eu não conseguia decifrar. Não perdi tempo, tal era a minha curiosidade. Abri a embalagem, que fora preparada cuidadosamente, com forros macios para proteger o conteúdo. Em estojos separados, encontrei sete folhas de papel, de uma cor e textura que eu …

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