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	<title>Piagui - Culturalista &#187; POEMAS</title>
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	<description>O nome O Piagüí vem do Tupi, significa “rio dos peixes piaus”. Foi o primeiro nome dado pelos índios Tremembé ao estado do Piauí (berço da nossa marca cultural). O projeto Piagüí tem esse nome porque além de carregar a bandeira do culturalismo, valoriza as nossas origens e costumes,  favorecendo a cultura de um modo especial com conteúdo que desfila em todas as esferas da arte e da história. O Piagüí Culturalista, portanto, é um projeto agregador e não pertence a um pequeno grupo ou classe, é patrimônio do mundo.</description>
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		<title>Mandu em Piagohy</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/07/mandu-em-piagohy/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Cavalcante</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[Mandu Ladino]]></category>

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		<description><![CDATA[

Grandes guerreiros da nação dos Tremembés,
filhos da mata que viveis pelo sertão,
irmãos dos bichos desta terra, homens temidos pela guerra,
que sempre, livres, habitastes este chão.
Eis que ressoa em toda tribo, e bem sabeis
dos homens brancos que vieram-nos de lá
do mar. Notando a cor ali, pensamos virem de Jaci,
porém batalham pela parte de Anhangá.
Mandu me chamo, sou guerreiro Cariri.
Ainda novo, curumim, eu fui levado
pra viver entre a estranha gente, e me quiseram fazer crente
na fé na qual por seus pajés fui ensinado.
Pregam amor na sua crença, mas só levam
o desespero ao ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_1427" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><img class="size-medium wp-image-1427" title="Mandu Ladino" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Mandu-Ladino-250x300.jpg" alt="Caricatura: Mauro Júnior" width="250" height="300" /><p class="wp-caption-text">Caricatura: Mauro Júnior</p></div>
<p>Grandes guerreiros da nação dos Tremembés,<br />
filhos da mata que viveis pelo sertão,<br />
irmãos dos bichos desta terra, homens temidos pela guerra,<br />
que sempre, livres, habitastes este chão.</p>
<p>Eis que ressoa em toda tribo, e bem sabeis<br />
dos homens brancos que vieram-nos de lá<br />
do mar. Notando a cor ali, pensamos virem de Jaci,<br />
porém batalham pela parte de Anhangá.</p>
<p>Mandu me chamo, sou guerreiro Cariri.<br />
Ainda novo, curumim, eu fui levado<br />
pra viver entre a estranha gente, e me quiseram fazer crente<br />
na fé na qual por seus pajés fui ensinado.</p>
<p>Pregam amor na sua crença, mas só levam<br />
o desespero ao sertão todo aonde passam.<br />
Por muito tempo fui servindo os homens que iam destruindo<br />
tabas e tribos. Glória não, só ouro caçam.</p>
<p>O arco guerreiro que despede flechas firmes,<br />
flechas em cujas pontas antes ia a morte,<br />
não pode agora mais vencer, esse inimigo mais conter,<br />
que tem um raio contra nós muito mais forte.</p>
<p>Eu vi tacapes que já foram tão temidos,<br />
que já guiaram à vitória em tanta guerra,<br />
serem partidos nessa luta. Esses que a morte não enluta<br />
não seguem leis, e matam só pra ter a terra.</p>
<p>Grande nação dos Tremembés, ouvi-me, pois!<br />
Vislumbro ainda uma esperança no amanhã.<br />
Se nos unirmos todos nós da larga costa, os Manitós<br />
todos conosco vão, e guiando vai Tupã!<em></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante<br />
</strong><em>16.04.2010</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poesia das Mães, Século XXI</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/05/poesia-das-maes-seculo-xxi/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/05/poesia-das-maes-seculo-xxi/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 22:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Século XXI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=3891</guid>
		<description><![CDATA[

Ser mãe já não é mais “sofrer no paraíso”
Nem “desdobrar fibra por fibra o coração”
Ser “mãe” hoje é sumir de todos, sem aviso
E deixar os seus filhos a sós, sem proteção
Ser mãe já não é mais ter todo aquele afeto
Aquela alegria que enchia o peito
Ao carregar feliz,  no ventre, aquele feto
Sem suspeitar o sexo ou se será perfeito.
 
Ser mãe não é agora aquela poesia
Que fazia da mãe um ser sublime e forte
Que Bilac exultou com tanta maestria
Hoje o mundo mudou, tendendo para o mal
E uma mãe, assim, mui pouco maternal,
Põe ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_3892" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><img class="size-medium wp-image-3892" title="Sra. Marcelina Victória Avelino da Cunha (Mãe da poetisa Sonita Cunha)" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Mãe-de-Sonita-Cunha-168x300.jpg" alt="Sra. Marcelina Victória Avelino da Cunha (Mãe da poetisa Sonita Cunha)" width="168" height="300" /><p class="wp-caption-text">Sra. Marcelina Victória Avelino da Cunha (Mãe da poetisa Sonita Cunha)</p></div>
<p>Ser mãe já não é mais “sofrer no paraíso”<br />
Nem “desdobrar fibra por fibra o coração”<br />
Ser “mãe” hoje é sumir de todos, sem aviso<br />
E deixar os seus filhos a sós, sem proteção</p>
<p>Ser mãe já não é mais ter todo aquele afeto<br />
Aquela alegria que enchia o peito<br />
Ao carregar feliz,  no ventre, aquele feto<br />
Sem suspeitar o sexo ou se será perfeito.<br />
 <br />
Ser mãe não é agora aquela poesia<br />
Que fazia da mãe um ser sublime e forte<br />
Que Bilac exultou com tanta maestria</p>
<p>Hoje o mundo mudou, tendendo para o mal<br />
E uma mãe, assim, mui pouco maternal,<br />
Põe os filhos no  mundo&#8230; Os deixa à própria sorte !</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sonita da Cunha Núnez</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Se essa rua</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/04/se-essa-rua/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/04/se-essa-rua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 05:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Cavalcante</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
Se essa rua fosse minha,
eu mandava ela levar
no caminho aonde o meu
coração vou procurar.
Faz um tempo que o deixei,
não o trago junto a mim.
Essa rua é muito longa,
e o deixei bem lá no fim.
Lá existe um negro bosque
que se chama Solidão.
Dentro dele mora um anjo,
que guardou meu coração.
Entre os braços ele o tem –
e que braços ternos são!
Lhe sussurra: “Sim, felizes
vamos ser, meu coração.”
Filipe Cavalcante
Parnaíba (PI), 27.III.2010
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p> <img class="aligncenter size-medium wp-image-3789" title="anjo triste" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/04/anjo-triste-300x240.jpg" alt="anjo triste" width="300" height="240" /></p>
<p>Se essa rua fosse minha,<br />
eu mandava ela levar<br />
no caminho aonde o meu<br />
coração vou procurar.<br />
Faz um tempo que o deixei,<br />
não o trago junto a mim.<br />
Essa rua é muito longa,<br />
e o deixei bem lá no fim.<br />
Lá existe um negro bosque<br />
que se chama Solidão.<br />
Dentro dele mora um anjo,<br />
que guardou meu coração.<br />
Entre os braços ele o tem –<br />
e que braços ternos são!<br />
Lhe sussurra: “Sim, felizes<br />
vamos ser, meu coração.”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante<br />
Parnaíba (PI), 27.III.2010</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acróstico em homenagem a Ferreira Gullar</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/04/acrostico-em-homenagem-a-ferreira-gullar/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/04/acrostico-em-homenagem-a-ferreira-gullar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 22:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wiltonporto</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Deus do Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Gullar]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
Febo, deus do sol,
Enredado nas letras sujas,
Refloresces a cada dia.
Remanescente do Olimpo,
Enrugada pele octogenária,
Infante a cada manhã,
Raios tu emites sem dó,
A ninfa, em Girassol transformaste. 
Gurnindo sua dor de amor,
Ultimato de um deus pagão,
Laico de piedade cristã,
Legado mutilador,
Amarelaste suas pétalas,
Rastejante ela te segue.
Rita de Cássia Amorim Andrade
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><img src="http://www.marcelomoutinho.com.br/blog/gullar_gato-thumb.jpg" alt="Poeta Ferreira Gullar" /><strong> </strong></p>
<p><strong>F</strong>ebo, deus do sol,<br />
<strong>E</strong>nredado nas letras sujas,<br />
<strong>R</strong>efloresces a cada dia.<br />
<strong>R</strong>emanescente do Olimpo,<br />
<strong>E</strong>nrugada pele octogenária,<br />
<strong>I</strong>nfante a cada manhã,<br />
<strong>R</strong>aios tu emites sem dó,<br />
<strong>A</strong> ninfa, em Girassol transformaste.<strong> </strong></p>
<p><strong>G</strong>urnindo sua dor de amor,<br />
<strong>U</strong>ltimato de um deus pagão,<br />
<strong>L</strong>aico de piedade cristã,<br />
<strong>L</strong>egado mutilador,<br />
<strong>A</strong>marelaste suas pétalas,<br />
<strong>R</strong>astejante ela te segue.</p>
<p style="text-align: center"><strong>Rita de Cássia Amorim Andrade</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amo-te de um amor calmo e paciente</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/03/amo-te-de-um-amor-calmo-e-paciente/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/03/amo-te-de-um-amor-calmo-e-paciente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Amo-te de um amor calmo e paciente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=3635</guid>
		<description><![CDATA[

 
Amo-te de um amor calmo e paciente,
de um amor forte e brando, acolhedor,
que a ti se quer doar inteiramente
sem receios, reservas ou temor.
Quero viver por teu, por nosso bem.
Quero em tudo contigo ser um par:
se tu sorrires, sorrirei também;
se tu chorares, também vou chorar.
Se precisares refugiar-te ao mundo,
num abraço farei uma redoma
pra, te envolvendo em meu amor profundo,
consolar-te do mal que em ti se soma.
Viver tua alegria só não quero;
quero viver contigo horas de pranto;
quero secar-te lágrimas; esmero
por ti todo momento quero tanto.
Te seguirei a todos os lugares,
mesmo que o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_3636" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CJ006389.jpg"><img class="size-medium wp-image-3636" title="CJ006389" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CJ006389-300x199.jpg" alt="Foto: Charles &amp; Josette Lenars/CORBIS" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Charles &amp; Josette Lenars/CORBIS</p></div>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">Amo-te de um amor calmo e paciente,<br />
de um amor forte e brando, acolhedor,<br />
que a ti se quer doar inteiramente<br />
sem receios, reservas ou temor.</p>
<p style="text-align: center;">Quero viver por teu, por nosso bem.<br />
Quero em tudo contigo ser um par:<br />
se tu sorrires, sorrirei também;<br />
se tu chorares, também vou chorar.</p>
<p style="text-align: center;">Se precisares refugiar-te ao mundo,<br />
num abraço farei uma redoma<br />
pra, te envolvendo em meu amor profundo,<br />
consolar-te do mal que em ti se soma.</p>
<p style="text-align: center;">Viver tua alegria só não quero;<br />
quero viver contigo horas de pranto;<br />
quero secar-te lágrimas; esmero<br />
por ti todo momento quero tanto.</p>
<p style="text-align: center;">Te seguirei a todos os lugares,<br />
mesmo que o pensamento vá contigo.</p>
<p style="text-align: center;">Minha menina linda, se aceitares,<br />
serei o teu amante e o teu amigo.</p>
<p style="text-align: center;">
<strong>Filipe Cavalcante<br />
28.XI.2009</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Se meus dedos fossem Deus</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/03/se-meus-dedos-fossem-deus/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/03/se-meus-dedos-fossem-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Se meus dedos fossem Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[


(Às mulheres)
Se meus dedos fossem Deus
Do poema o altar de luz
E no palor do teu destino
Todo o rubro do arrebol.
 
Do Amor que enfeita a paz
De um chão repleto de estrelas
O tecer do teu caminho
Para a dura lida da vida.
 
Dos meus braços um doce ninho
Na verde lei da igualdade
Da minha voz um piano
Nas turbulências dos dias
Da eternidade um firme laço
Da felicidade um hino.
Wilton Porto
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3527" title="GEDC0230" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GEDC0230-300x225.jpg" alt="GEDC0230" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: center;">(Às mulheres)</p>
<p>Se meus dedos fossem Deus<br />
Do poema o altar de luz<br />
E no palor do teu destino<br />
Todo o rubro do arrebol.<br />
 <br />
Do Amor que enfeita a paz<br />
De um chão repleto de estrelas<br />
O tecer do teu caminho<br />
Para a dura lida da vida.<br />
 <br />
Dos meus braços um doce ninho<br />
Na verde lei da igualdade<br />
Da minha voz um piano<br />
Nas turbulências dos dias<br />
Da eternidade um firme laço<br />
Da felicidade um hino.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Wilton Porto</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Anseio</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/02/anseio/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/02/anseio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 03:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Anseio]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Verdugo Afonso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiagui.com.br/?p=3175</guid>
		<description><![CDATA[




Amor, vivo tão só, nesta tristeza,
onde minha alma se desfaz em pranto,
longe do teu olhar cheio de encanto.
em que fiquei eternamente presa.
Tão longe ando de ti, numa incerteza
de ter-te, minha vida! No entretanto,
vai crescendo este amor, mas, tanto e tanto,
em místico fervor, como quem reza!.
Ando faminta, cheia de desejo
dessas carícias tão de mim ausentes,
que me enlouquecem, e que em ti prevejo&#8230;
E morro na paixão que mal pressentes,
e perdem-se pelo ar, cheios de pejo,
os beijos que te dou e tu não sentes&#8230;
Helena Verdugo Afonso
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<div id="attachment_3176" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-3176" title="42-20949892" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2010/01/42-20949892-200x300.jpg" alt="Foto: Fred de Noyelle /Godong/Corbis" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Fred de Noyelle /Godong/Corbis</p></div>
</div>
<div class="mceTemp" style="text-align: center;">
<p>Amor, vivo tão só, nesta tristeza,<br />
onde minha alma se desfaz em pranto,<br />
longe do teu olhar cheio de encanto.<br />
em que fiquei eternamente presa.</p>
<p>Tão longe ando de ti, numa incerteza<br />
de ter-te, minha vida! No entretanto,<br />
vai crescendo este amor, mas, tanto e tanto,<br />
em místico fervor, como quem reza!.</p>
<p>Ando faminta, cheia de desejo<br />
dessas carícias tão de mim ausentes,<br />
que me enlouquecem, e que em ti prevejo&#8230;</p>
<p>E morro na paixão que mal pressentes,<br />
e perdem-se pelo ar, cheios de pejo,<br />
os beijos que te dou e tu não sentes&#8230;</p>
<p><strong>Helena Verdugo Afonso</strong></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vida</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/01/vida/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/01/vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 03:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[A Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[E a dessas descuidosas borboletas]]></category>
		<category><![CDATA[em todas as facetas]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Martins]]></category>
		<category><![CDATA[os Sonhos e os Carinhos;]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Vida que invejo: a desses passarinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida que traz]]></category>
		<category><![CDATA[Vida – vara – condão da minha Fada]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
Vida que traz, em todas as facetas,
A Liberdade, os Sonhos e os Carinhos;
Vida que invejo: a desses passarinhos
E a dessas descuidosas borboletas&#8230;
Vida liberta dessas urzes pretas
Entulhando-me as curvas dos caminhos;
Vida a cantar sonoras cançonetas,
Nas Corolas, nos Bosques e nos Ninhos&#8230;
Vida – vara – condão da minha Fada –
Que foi a toda razão do meu sentir
E toda a aspiração por mim sonhada&#8230;
Mas, ao contrário disso, infelizmente,
A vida que eu julgara me sorrir,
É esta vida comum de toda a gente&#8230;
Jesus Martins
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_2989" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2989" title="42-15550167" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/42-15550167-300x200.jpg" alt="Foto: Danny Lehman/Corbis" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Foto: Danny Lehman/Corbis</p></div>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">Vida que traz, em todas as facetas,<br />
A Liberdade, os Sonhos e os Carinhos;<br />
Vida que invejo: a desses passarinhos<br />
E a dessas descuidosas borboletas&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Vida liberta dessas urzes pretas<br />
Entulhando-me as curvas dos caminhos;<br />
Vida a cantar sonoras cançonetas,<br />
Nas Corolas, nos Bosques e nos Ninhos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Vida – vara – condão da minha Fada –<br />
Que foi a toda razão do meu sentir<br />
E toda a aspiração por mim sonhada&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Mas, ao contrário disso, infelizmente,<br />
A vida que eu julgara me sorrir,<br />
É esta vida comum de toda a gente&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jesus Martins</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A formiga</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 03:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[A formiga]]></category>
		<category><![CDATA[a luta agora é mais do que pesada]]></category>
		<category><![CDATA[achou um graveto para o ninho]]></category>
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		<category><![CDATA[consegue ajuda ao encargo]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel C. B. Ciarlini]]></category>
		<category><![CDATA[E segue]]></category>
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		<category><![CDATA[O destino é outro àquela caminhada]]></category>
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		<category><![CDATA[Percorre solitária o distante caminho]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[trafegando... E ela nunca enfada]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
Percorre solitária o distante caminho,
em passos, trafegando&#8230; E ela nunca enfada!
Pára. O destino é outro àquela caminhada,
afinal, achou um graveto para o ninho.
E segue, a luta agora é mais do que pesada,
levanta, entre manobra, o peso em desalinho,
o corpo sofre, pois é pequenininho,
mas no levantamento agüenta tonelada!
Mais à frente, consegue ajuda ao encargo!
Já não sofre tanto e a velocidade aumenta.
E elas vão girando e levando em passo largo
o que seria para alguns uma tormenta!
Naquela agilidade&#8230; Ó! Que destino amargo,
o formigueiro não encontram, a pá cimenta!

Daniel C. B. Ciarlini
Parnaíba, 18 de ...]]></description>
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<div id="attachment_2985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2985" title="CB036220" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/CB036220-300x200.jpg" alt="Foto: Robert Marien/Corbis" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Foto: Robert Marien/Corbis</p></div>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">Percorre solitária o distante caminho,<br />
em passos, trafegando&#8230; E ela nunca enfada!<br />
Pára. O destino é outro àquela caminhada,<br />
afinal, achou um graveto para o ninho.</p>
<p style="text-align: center;">E segue, a luta agora é mais do que pesada,<br />
levanta, entre manobra, o peso em desalinho,<br />
o corpo sofre, pois é pequenininho,<br />
mas no levantamento agüenta tonelada!</p>
<p style="text-align: center;">Mais à frente, consegue ajuda ao encargo!<br />
Já não sofre tanto e a velocidade aumenta.<br />
E elas vão girando e levando em passo largo</p>
<p style="text-align: center;">o que seria para alguns uma tormenta!<br />
Naquela agilidade&#8230; Ó! Que destino amargo,<br />
o formigueiro não encontram, a pá cimenta!</p>
<p style="text-align: center;">
<strong>Daniel C. B. Ciarlini<br />
Parnaíba, 18 de fevereiro de 2009.</strong></p>
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		<title>Satanás</title>
		<link>http://www.opiagui.com.br/2010/01/satanas/</link>
		<comments>http://www.opiagui.com.br/2010/01/satanas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 03:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielciarlini</dc:creator>
				<category><![CDATA[POEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ardo em fogo de meu ressentimento]]></category>
		<category><![CDATA[dos males decorrentes – isso é lei]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[Nenhum ser ficará sempre como antes]]></category>
		<category><![CDATA[Ninguém que o faça ficará isento]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[pois contra o bem supremo me voltei]]></category>
		<category><![CDATA[pra me lançar no sofrimento eterno]]></category>
		<category><![CDATA[Satanás]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
Ardo em fogo de meu ressentimento,
pois contra o bem supremo me voltei.
Ninguém que o faça ficará isento
dos males decorrentes – isso é lei.
Mas eu tenho esperança, pois malgrado
esses padecimentos, vou subir
do mal ao bem, pois Deus me fez e é fado
inevitável ter esse porvir.
Nenhum ser ficará sempre como antes.
Como o Amor criaria o vil inferno
contendo os males mais horripilantes
pra me lançar no sofrimento eterno?
Ou não existe o Deus bom e exemplar,
ou me dará a mão pra me salvar.
Filipe Cavalcante
18.XI.2009
]]></description>
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<div id="attachment_2981" class="wp-caption aligncenter" style="width: 248px"><img class="size-medium wp-image-2981" title="42-17214625" src="http://www.opiagui.com.br/wp-content/uploads/2009/12/42-17214625-238x300.jpg" alt="Foto: Blue Lantern Studio/Corbis" width="238" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Blue Lantern Studio/Corbis</p></div>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">Ardo em fogo de meu ressentimento,<br />
pois contra o bem supremo me voltei.<br />
Ninguém que o faça ficará isento<br />
dos males decorrentes – isso é lei.</p>
<p style="text-align: center;">Mas eu tenho esperança, pois malgrado<br />
esses padecimentos, vou subir<br />
do mal ao bem, pois Deus me fez e é fado<br />
inevitável ter esse porvir.</p>
<p style="text-align: center;">Nenhum ser ficará sempre como antes.<br />
Como o Amor criaria o vil inferno<br />
contendo os males mais horripilantes</p>
<p style="text-align: center;">pra me lançar no sofrimento eterno?<br />
Ou não existe o Deus bom e exemplar,<br />
ou me dará a mão pra me salvar.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filipe Cavalcante<br />
18.XI.2009</strong></p>
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