União, uma pelada que sobrevive ao tempo

União da década de 90
No início dos anos noventa começou uma pelada que contava com vários amigos, dentre eles, nomes conhecidos do futebol e da vida social de nossa cidade, com uma gama de alguns ex-jogadores de times profissionais. Uma pelada ainda meio discreta, mas com uma grande qualidade técnica, pois, além dos ex-atletas profissionais, o grupo continha alguns bons admiradores do bom e velho futebol.
Um dos grupos era formado pelos doutores Cássio, Romário, Hélio Alelaf, Fernando, Miguel Bezerra, e atletas amadores e profissionais como João Paulino, Jurandir, Paulo Serra, Edson da Laranja, Seixas, Zequinha, Zé Aranha, Paulo Moura, Pedro Catraca, Carmelo, Álvaro, Iratan, Washington, Euclides, Zé Carlos Caixa D’água e Ilson e, com o passar do tempo, foi adquirindo mais e mais adeptos. A maneira de participar dele era, e ainda continua sendo, da seguinte maneira: Caso algum membro tenha uma pessoa que queira incorporá-la à agremiação, a primeira providência é trazê-la para junto do pessoal que, com o tempo, ela será inserida automaticamente no quadro de efetivos.
Tempos depois, veio a ideia de dar um nome ao grupo, daí o União. Variando de tempos em tempos, o racha já rodou bastante: Verdinho, Petrônio Portela e até mesmo na chácara do Dr. Cássio, na estrada que liga Parnaíba a Chaval.

União de hoje, confraternização 2009
Hoje, conta 19 anos de existência, de boas amizades e, acima de tudo, respeito mútuo entre os seus frequentadores. Acontece nos dias de segundas e quintas-feiras no Estádio Verdinho; com o início do sorteio marcado para as 16hs, todos fazem de tudo para chegar no horário, já que o atrasado só participa da segunda partida. Hoje é um dos grupos mais antigos em termos de organização e participação. Nesses anos todos houve algumas perdas e, agora, homenageamos nomes como Zé Aranha Viriato, Carmelo, Batista, nosso goleirinho. O grupo sempre valorizou a maior idade, normalmente, dos trinta e cinco em diante, mas sempre com algumas exceções. Atualmente, contamos, na organização, com o grande Paulo Serra, Edson da Laranja, Dibár e alguns colaboradores: Grupo unido e que ao final de cada ano continua mantendo a tradição do último racha, jogo comemorativo, e, após a partida, o tradicional churrasco de final de temporada.
Marivaldo Lima











Ótimo artigo.Adorei!
gostei muito da materia sobre o união.É importante aguçar o ato de relembrar pois o passado se constitui a cada minuto, segundo…, em nossas vidas deixando o presente apenas como prova de um real que ganha dimensões que podem está presente ate no ato de lembrar, pensa, sentir, instrumentos da memoria que faz parte da capacidade do homem de ser subjetivo e historico.
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