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Pelo uso de bermudas e kilts

25 November 2009 45 comentários
Na foto: Rommel Werneck (Parque da Independência - São Paulo-SP)

Na foto: Rommel Werneck (Parque da Independência - São Paulo-SP)

               Graças a Deus, a arte é um espaço de liberdade e prisão. A arte nos liberta e nos desperta para um novo horizonte ao revelar infinitas dimensões, mas também nos prende no gosto pelo pensamento. Seria interessante aqui parafrasear os versos da escritora espanhola Santa Teresa d’Ávila: “Esta divina prisión/ del amor con que yo vivo/ha hecho a Dios mi cautivo,/y libre mi corazón;” Se Deus está preso no coração do eu-lírico em questão, arte também nos prende dentro dela e nos chama a versejar e pintar além de fazer da arte um cárcere no lado emocional de nosso cérebro.
             Entende-se por arte também a Moda, porque a Moda tem função estética. A moda possui o poder de criar, inventar, contestar, idealizar e fazer beleza gerando a liberdade mesmo também tendo o consumismo e a ditadura da padronização como principais obscuridades.  A diferença entre o vestuário masculino e o feminino é muito grande atualmente, porém é necessária uma associação com a condição de liberdade que homens e mulheres enfrentam. Por exemplo, há profissões exclusivamente femininas e outras masculinas e as regras para o vestuário são as mesmas, há repressão e direcionamento, é como se não tivéssemos a natureza do pensar.
              Falarei sobre o vestuário masculino tão inflexível e ditatorial. As calças compridas e retas servem para dar ao homem uma prisão terrível, afinal, trata-se da única peça de baixo. As bermudas, bem menos ousadas que as minissaias femininas, são mal-vistas e permitem que o homem se sinta confortável no seu ambiente de trabalho, mas elas também são proibidas o que é hipocrisia por várias razões:

             a-) nosso país é tropical e muitas pessoas detestam frio, ridículo negar aos homens o direito de usar bermuda ou kilt;
             b-) o padrão de beleza masculina é perna. As mulheres se debruçam na televisão para contemplar as pernas, portanto, não é mais ridículo ainda proibir mostrar as pernas que todos e todas adoram?

             Além da bermuda, o kilt, a típica saia escocesa, é também motivo de preconceitos. No Oriente, túnicas e saias são usadas por homens em algumas regiões, Oriente que, aliás, preza por valorização dos costumes e não-vulgaridade. O uso de saias e túnicas por homens era algo comuníssimo na Antiguidade. Claro que não se fala mal do Rei Sol e nem mesmo de Jesus Cristo que usava túnicas e nem dos sacerdotes que usam batinas hábitos, paramentos etc. Mesmo porque criticar essas pessoas seria algo escandaloso, seria blasfemar contra a religião e a pátria, mas criticar um simples rapaz q usa kilt e um lápis no olho é uma atitude venerável para o mundo capitalista em que vivemos.
              Parafraseando novamente a escritora espanhola, a questão não é voltar para trás, mas sim saber de nos lembrarmos de onde viemos e para onde queremos ir. Se antigamente, usávamos kilts e calções até o joelho, porque não podemos fazer isto hoje? Afinal, não se fala tanto em pluralidade hoje? Será que as vestimentas do passado e as atuais não constituem uma grande salada de diversidade e riqueza? Infelizmente os ignorantes não têm noção de como essa chamadas ” inovações” são arcaísmos e que os homens que usam saias e pessoas que falam: alembrar, entonces, froco estão conservando certas variedades de estilo. Claro que sempre há pessoas “maravilhosas” que dizem: “Ah! Mas não estamos mais no século XV”. Sabemos que não estamos no século XV ou XII, mas saibamos também que a palavra Inquisição nunca foi o nome do Tribunal do Santo Ofício, mesmo porque Inquisição é intolerância que prevalece nos dias atuais, agora ministrada pela mídia. 

              “A enorme heresia moderna é alterar a alma humana para adaptá-la às condições impostas à vida, em vez de alterar as condições para adaptá-las à alma”. (Chesterton)

Rommel Werneck

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45 comentários »

  • Eike disse:

    Texto extremamente interessante. Ótimo, ótimo. Parabéns.

  • Luana Loren disse:

    Adorei o texto, pois ele reflete o quanto nossas vestimentas refletem nossos pensamentos e ideais de vida….reflete também a hipocrisia de uma sociedade que reprime as vestimentas uns em detrimento de outros.

    Abraços,

    Luana.

  • Luciano Alencar disse:

    Uma excelente dissertação sobre a falta de liberdade. O que existe hoje é uma ilusão de liberdade e não a liberdade plena como muitos prezam. Intolerância e discriminação… temos muito disso aqui e ainda somos hipócritas ao criticar o Irã… Excelente texto.

  • polux disse:

    muito bom her rommel, meu eu lirico também tem um willian walace disposto a usar seu kilt e lutar por seu clã.

  • Breno Filth disse:

    otimo texto, e realmente o assunto me intereça muito, há um otimo ponto de vista…E o leitor se prende a isso o tema abordado é bem ultlizado.

  • Ana disse:

    Gostei do tezxto muito bom!!
    Parabéns

  • mari disse:

    é isso ai rommel, eu concordo com muita coisa, principalmente o fato de nosso pais ser tropical e os homens teem que usar roupas tão quentes só para nao serem mal vistos em empresas,foruns e outros locais formais, isso é ridiculo!

  • Mensageiro Obscuro disse:

    Esse texto está muito bem escrito e aborda analítica e criticamente a nossa sociedade e suas limitações estético-vestuais, nas quais quais nossa sociedade não tolera exotismos e pune quem assume uma posição excêntrica, exótica, estranha e esquisita perante os mais variados parâmetros da padronização do Sistema.

  • Pedro disse:

    Show de bola… adorei!!!

  • Rommel Werneck disse:

    Agradeço a todos pelos comentários e leituras e poderemos conversar mais sobre este e outros assuntos, clicando no meu nome, vc sai no meu blog numa postagem com fotos minhas usando kilts. Em breve, organizarei um link com fotos minhas usando bermudas.

    Quem quiser conversar comigo pode me add no msn rommel_dickens@hotmail.com e lancem mais comentários e discutam o tema. VLw

    Rommel Werneck

  • Rommel Werneck disse:

    O link q pus aí em cima não é valido mesmo pq não sei copiar direito, Voupedir para Ciarlini por o link no texto

  • Gisele Sayoko disse:

    ótimo texto,escreve bem,sabe argumentar,tem estilo…parabéns, e concordo plenamente,o tempo da ditadura já acabou e temos liberdade de expressão….

  • Eduardo Ribeiro disse:

    Infelizmente existem formas de repressão ao que diferente, independente da forma estética, da interpretação, porque chama a atenção, é como piercing ou tatuagem, é bem diferente, infelizmente ao ser diferente, devemos aceitar e de certo modo esperar pelos confrontos com a sociedade.

    Para ser aceito é necessário unir pessoas com o mesmo ideal.

  • fabia disse:

    Olá Rommel

    Muito bom, traduz extamente o “moralismo”, a hipocresia humana e a dificuldade em aceitar o novo. Cada um é o que é, o que quer.
    A roupa não define carater, personalidade. Eu vejo este questão mais machista do que preconceituosa. E para mim machismo é puro despeito.
    bjs

  • Fernando disse:

    muito bom o texto

    parabens

  • Rommel Werneck disse:

    Cliquem no meu nome no meu primeiro comentário para acessar minhas fotos trajando kilts, link consertado por Ciarlini.

  • Elaine Santos disse:

    Bela reflexão…
    Nós somos escravos da nossa sociedade, falam tanto de liberdade, porém é uma palavra,apenas,pois se naõ temos a liberdade de nos podemos expressar através de um simples vestimentos…então, não a temos. Belas palavras.

  • Thiago Cerejeira disse:

    Rommel,

    De fato, as pessoas sempre irão questionar o que vai de encontro às convenções sociais. Plantar na cabeça do cidadão “moderno” que ele pode e deve usar saias/kilts e/ou elementos do vestuário feminino pode chegar a ser idealista demais.
    Acho que a questão tem mais a ver com autoconfiança e embasamento.
    A verdade é que você pode usar o que quiser, desde que carregue consigo alguns valores primordiais. Você há de se sentir seguro do que está usando e ter consciência de que aquilo realmente lhe faz sentir bem. Por outro lado se nos tornamos vítimas e vamos apenas “in front”, com atitude de chocar as pessoas ou querer ser diferente, estamos banalizando a informação da vestimenta e nos tornaremos apenas “atrações” para os demais.
    Atitude, segurança e coerência sempre serão fundamentais para que se conquiste a admiração e o status de “referencial de estilo”.

    Grande abraço

  • Francisco de Castro disse:

    Acho injusto mulher ir a repartições publicas como escolas, e lojas de bermuda ate os joelhos e o homem ter que ir de calça. Na escola onde trabalhava os alunos implicavam por que deixavam entrar meninas com sais (não mini saia) e eles não podiam entrar de bermuda. Queriam mostrar as pernas. Eu disse venha de sais que eu deixo entrar. Pra minha sorte eles não conhecem o kilts. Mas se pra organizar e por ordem , mulheres só de calças e blaize em todas as repartições publicas tal e qual os homens que só podem usar calças compridas. Bermudas femininas só na praia e na feira. Radicalizei!

  • Ton disse:

    O texto é excelente! O autor defende a liberdade de expressão que todos tem, isso inclui sim a maneira de vestir, nosso país sempre foi aberto a todas as culturas, a diversidade sempre nos enriqueceu.
    A mensão dessa grande doutora espanhola do século XVI foi bem aplicada aqui, como as demais citações, PARABÉNS!!!

  • Hannah disse:

    Não tinha pensado nisso, mesmo.
    As mulheres ocidentais conquistaram o direito de usar mini-saia antes dos homens. Ponto pra gente(?).

  • Rommel Werneck disse:

    Prof. Cerejeira, muito obrigado por seu posicionamento, conforme disse, crer que as pessoas laicas compreendam o uso do kilt como opção é utópico para este momento, porém devemos lutar para que nós possamos usar aquilo que não fere a liberdade dos outros e revele nossa identidade.

  • Allan disse:

    Matéria bem escrita e ponto de vista interessante.

  • Aninha disse:

    Concordo contigo e vou um pouco mais longe. A moda de hoje em sua maioria é feia e ridícula. Apesar do contexto ser baseado no passado, ainda assim é uma reformulação mal feita de algo que já foi lindo. Quando as mulheres aboliram o uso de Corsets marcou a moda, a revolução da beleza feminina para algo masculinizado e sem vaidade alguma. Obviamente que com os dias atuais mulheres não conseguirão usar tal vestimenta no seu ambiente de trabalho ou no lar. Porém, nada que o costume não ajude a aceitar com mais facilidade tal idéia. Não gosto muito de bermudas em homens pelo menos em um local mais casual, pois acho elegante calças, mas amo Kilts. Quando bem trabalhados, com um lindo corte e um tecido de qualidade fazem qualquer um ficar maravilhoso. E viva a liberdade de expressão. Ou será que continuaremos a regredir mentalmente???

  • Jair de Andrade disse:

    Interessante o pensamento prezado Rommel. Uma pena não podermos interagir de forma mais efetiva e abrangente para proliferação de tal pensamento. De fato, como se dizia no passado: “O Mundo trata melhor quem se veste bem” e, vestir-se bem na nossa atual sociedade – hipocrita mesmo – é usar aquilo que todos usam e, por que não mencionar até mesmo o uso de grifes? Enfim, temos muito a pensar na evolução de nossa sociedade.

  • Carolina disse:

    Ótimo texto, ótimo assunto. Concordo plenamente com tudo! Parabéns.

  • SANDRA SOARES disse:

    parabens pelo seu sucesso.vc é merecedor de tudo de bom que te acontece

  • Adrian disse:

    Realmente retrata a realidade da arte em roupas, eu adoro kilts e ando com ele sempre que posso, apesar de ser mal visto, eu não me importo muito com o que a sociedade diz.
    Parabêns Rommel o texto ficou muito bom.

  • Dalto Fidencio disse:

    Ponto de vista deveras interessante… o texto nos faz pensar. Muito bom!

  • Altair Maciel disse:

    No meu ponto de vista, vestuário é uma questão pessoal hoje em dia pelo menos aqui no Brasil, especificamente em São Paulo, a questão moda nos proporciona uma variedade de escolhas, tem uns tradicionais que se portam de maneira comum, e tem aqueles que são extremamente ecléticos, a questão da personalidade influencia de certa forma, se bem que o modismo que a mídia alcança as vezes desfoca um pouco a personalidade daqueles vulneráveis ao conceito moda…antigamente usar uma roupa rasgada olhava-se para pessoa com certa desconfiança e dotava-a de um rótulo de pobreza, hoje em dia usar roupa rasgada é moda e moda cara por sinal…pra mim se o homem quer usar saia, que use, porque as mulheres já usam calça a muito tempo e ninguém questiona isso, o tempo torna o intolerável mais flexível…e a sociedade pelo menos a que eu conheço, não está nem aí…roupa é uma questão pessoal e de gosto, e ao final de tudo – GOSTO NÃO SE DISCUTE…grande abraço, e parabéns pelo argumento exposto.

  • Emerson disse:

    Acho um cumulo as mulheres poderem entrar em certos lugares usando saia até o joelho, e os homens estarem proibidos de entrar com bermudas até o joelho.

    Acho um cumulo as mulheres entrar em certos lugares usando regatas, e os homens só poderem entrarem usando camiseta.

    Cai entre nós; o vestiário masculino já é limitado, eu e não tenho vergonha nem de dizer que também queria usar saia. Tenho quase certeza que o próximo que ler o meu comentário, vai achar que eu estou pervertido sexualmente. Sendo que as mulheres usam calça e saia; e os homens para defender o império machista, se limita ao resto da vida só usando calças.

    CREIO QUE A CULPA DISSO TUDO É A MODA!

  • TELMA disse:

    PARABÉNS PELO TEXTO ADOREI SEU PONTO DE VISTA MTO INTERESSANTE

  • Ines disse:

    Usa-se o que se quer, o que se pode, e onde se pode…Apresentar aqui meu ponto de vista é algo grotesco. Nunca segui, nunca sigo e acho que nunca seguirei moda!Minha profissão não exigiu muito empenho nesse quesito e meus honorários não permitiram muitos caprichos!Continuo afirmando que o arbitrário e coibir a liberdade seja onde quer que estejamos…Infelizmente, (ou felizmente?) humanos criam seus ditames e a moda pega, e a tendência cria raízes e o consumismo mistura-se até a última instância da degradante vida de aparência…!”É proibido proibir!” Convivemos com preconceitos e estigmas que vai muito além de saias e calças masculinas e ou femininas…O mundo é incoerente e drasticamente mercenário…Exemplificando:”O hábito não faz o monge!” Dizemos nós…mas se um rei se veste de mendigo rsrsrsr…o maior preconceito é por nós criado…o maior estigma é por nós aceito…e a maior e mais degradante situação…PRECONCEITO SOCIAL…dita a melhor e mais tendenciosa moda…Vista-se!!…Só isso!”Vestimentas limpas e bem passadinhas te farão parecido com os assemelhados”…Se tens dinheiro e saias…use-as de grife(kilts)e arrase! Em relação as bermudas lamento que as forças armadas obriguem homens a usarem calçados tão desconfortáveis em marchas e isso em treinamento…Lamento que policiais sejam em suas viaturas no litoral, obrigados a usar uniformes tão destoantes com o clima…Mas admito que em alguns locais, escolas por exemplo, o padrão aproxima mais os desiguais…Uniformes escolares embora às vezes de péssimo gosto,dão oportunidade de um menos abastado ser menos ridicularizado por repetir suas roupas… A roupa deveria ser cobertura para proteger a pele do Sol e do Frio…isso é exigir demais do delirante consumismo não é?

  • Renan Santos disse:

    Muito bom!

    A arte realmente nos liberta, nos teletransporta é algo puro, sincero, verdadeiro, autentico que nos liberta e que teletransportamos para o mundo exterior onde podemos tocar as pessoas. Também sou artista. Com relação as vestes ainda temos muito o que aprender, através de suas vestes você pode demosntrar a que veio, os seus sentimentos, transmitir muitas coisas, mais também podemos agredir a sociedade e a nós mesmos.

    Mais vista o que você quer, não siga certos modismos, seja você. Odeio rotulos, detesto me igualar a todos, sempre procuro ser diferente, acrescentar o meu algo a mais, quere ser igual a outrem é de se execrar, mostre sua personalidade. Diga a que veio doa a quem doer, liberte-se e viva do seu modo. Quem ditas as regras é você e não a sociedade.

    Parabens Rommel!

  • Mônica disse:

    Concordo com cada palavra sua, afinal existe tanta diferença assim entre mulheres e homens? claro que não, estamos na era da igualdade e você demonstra isso em seu texto. Parabéns Rommel Werneck.

  • Cláudia Banegas disse:

    Adorei o texto e concordo. Nosso país pode muito bem implementar esse tipo de vestimenta, sem problema algum, afinal vivemos um tempo novo, onde as pessoas não devem ser discriminadas pelo tipo de roupa que escolhem usar. Parabéns, Rommel!

  • Lili Angelika disse:

    Perfeito,meu caro
    A vestimenta tem uma finalidade muito esquecida, o tal do conforto!
    è uma questão de inteligência é como usar chapéu pra se proteger do Sol.

  • Sylvia disse:

    Realmente, os homens precisam ter seus direitos garantidos. o site eh bom, tem textos bacaninhas… hehe flw

  • Andreia D. disse:

    Rommel, seu texto é de cunho crítico e aborda um tema abrangente, atual e muito debatido: a diversidade, a pluralidade que é o mundo. No entanto, será que na mesma medida que se debate se é respeitado? É isto que pergunta seu texto, ao abordar a questão do vestuário da humanidade. Quem incutiu a visão do certo e do errado? Do que pode e do que não pode? É algo muito relativo, mas é obvio que o etnocentrismo está presente em todos os âmbitos na sociedade.
    Seu texto é um grito que pergunta o porque de olharmos diferente justamente por alguém ser tido como “diferente”. Ser diferente é uma questão de escolha, de jeito, de essência, não deve ser sinônimo de “estranho”, “louco” ou afins, porque, afinal, o que é ser louco e estranho? Quem definiu o sentido e onde se aplica?!
    Belo texto!

  • Joselito Goes disse:

    Adorei o texto. Ele só reflete aquilo que estamos cansados de presenciar no dia-a-dia, ou seja, o preconceito. Mas, ao menos no que se refere à vestimenta, o preconceito pode ser quebrado pelos “Famosos”. Como no Brasil tudo é modismo, basta um artista se vestir diferente e aparecer no “Fantástico”, que tudo fica lindo, vira moda!

  • Nefersaaset disse:

    A ordem do mundo dita até como devemos nos vestir… o bom é que tudo vai mudando com o tempo (algumas vezes para melhor, outras para pior)… quem sabe o mundo possa tornar-se mais liberal com questão as vestimentas?

  • Fátima disse:

    É ótimo que possamos ter a liberdade de usar o que desejamos. Temos que parar de ser ipócritas, pedindo liberdade e nao dando liberdade, qual é?
    Adorei o texto e acho que é por aí.

  • Rommel Werneck disse:

    Agradeço a todos por tudo. Qual tema do eixo Moda e Cultura vcs querem q eu trate?

  • Solange Mazzeto disse:

    Rommel, quem ia amar essa moda era meu ex-sogro, ele falava sempre q era injusto só a mulherada porder usar saia, pq os homens n podiam aproveitar do fresquinho? ele dizia, kkkkkk

    bjos

  • Rommel Werneck disse:

    Solange, vc só usa saia, não é mesmo?

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