Parabéns, Layne!
Se ainda fosse vivo, o jovem americano que modificou a forma de se enxergar o mundo através da música, Layne Thomas Staley, hoje, completaria 42 anos. Layne foi, assim como os grandes artistas que se tornaram imortais em pouco tempo, um cometa que passou pela Terra e nos deixou saudades, inúmeras saudades… Mas o que mesmo dizer de um jovem que tão cedo alcançou a fama, dinheiro e esqueceu de cuidar de si? Assim foi Layne, viveu a arte que criava; viveu do ofício de seus versos e voz; viveu um mundo paralelo ao real em letras e melodias; viveu das suas inspirações e amou com muito sentimento uma mulher: Demri Parrot; o pilar principal de sua vida! Quando o músico se viu sem a sua Parrot, que faleceu por endocardite bacteriana, resolveu se isolar do mundo, na mais profunda depressão e durante esse tempo os fãs ficaram a ver navios, pouco tempo depois, foi encontrado em estado de putrefação, um choque para todos que esperavam o seu retorno. A causa? Overdose! Ouvir “Alice in Chains”, banda que pertencia ao movimento Grunge, é estar a par da identidade de Layne, e foi por isso que ela se tornou tão diferente, singular no cenário musical – cheia de letras carregadas de sentimentalismos, críticas sociais e com atmosfera pessimista, saudosista e depressiva. A própria voz, às vezes explosiva, aliada a uma melancolia que se funde, por hora, ao desespero humano, vai desenhando e reforçando as construções harmônicas do grupo. Peço licença neste singelo espaço, “Letra da Vez”, depois de um tempo afastado da escrita, por ter discorrido as curtas linhas acima, e deixo aos interessados uma canção que embalou, por muito tempo, a minha vida! Parabéns, Layne! (DCBC).
Nutshell
(Resumindo)
We chase misprinted lies
(Nós perseguimos mentiras impressionantes,)
We face the path of time
(Nós enfrentamos o trajeto do tempo,)
And yet I fight
(No entanto eu luto)
And yet I fight
(No entanto eu luto,)
This battle all alone
(Esta batalha toda sozinho,)
No one to cry to
(Nenhum lugar para chorar,)
No place to call home
(Nenhum lugar para chamar de repouso,)
My gift of self is raped,
(No presente, meu ser é violado,)
My privacy is raped
(Minha privacidade é violada,)
And yet I find
(No entanto eu encontro,)
And yet I find
(No entanto eu encontro,)
Repeating in my head
(Repetida em minha cabeça…)
If i can’t be my own
(Se não posso ser meu próprio dono,)
I’d feel better dead
(Eu me sentiria melhor morto)











maravilhosa homenagem, é por isso que esse site cada dia mais toma novos espaços e ganha mais adeptos, a riqueza dos artigos sempre cogitando passagens que não poderiamos esquecer.
Foi cruel demais o que fizeram com ele, o mastigaram, o cuspiram, como um objeto descartável, jogaram ele fora!O que fizeram com ele? deixaram ele morrer, se tivessem ao menos dado uma palavra de conforto talvez ele estaria conosco! mas não resolveram deixá-lo em seu mundo introspecto, a morrer a mingua! antão não precisavam mais dele! Mas layne eu nunca esquecerei o trabalho que você desenvolveu para mim você é parte importantíssima do AIC, assim como todos os outros! te amo cara!
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